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Caldas Sport Clube inicia obras de requalificação no Campo da Mata

O Caldas Sport Clube (CSC) já deu início a um conjunto de obras de requalificação no Campo da Mata, com o dinheiro recebido pelo novo contrato estabelecido com a petrolífera nacional Petrogal para a cedência do direito de superfície do posto de combustível, localizado junto à Expoeste. Essas intervenções, que foram apresentadas na passada sexta-feira no Campo da Mata, serão divididas em duas fases, sendo que nesta primeira etapa o custo total é de 140 mil euros mais IVA.

14-09-2020 | Mariana Martinho

A apresentação das obras contou com a presença de várias entidades
A apresentação das obras contou com a presença de várias entidades
Com o novo acordo estabelecido, no início deste ano, com a petrolífera nacional Petrogal, para a cedência do direito de superfície do posto de abastecimento de combustíveis do CSC, localizado junto à Expoeste, até 2033, o clube recebeu um milhão e meio de euros, sendo que um milhão de euros foi entregue no ato da escritura, e o restante valor de 500 mil euros foi dividido em 15 prestações anuais, referentes aos 15 anos de vigência do contrato, cuja data inicial é setembro de 2018.
Face a isso, esta direção decidiu reformular todo o património do clube, com o objetivo de “marcar a estratégia futura do CSC”, sublinhou o presidente do clube, Jorge Reis, na apresentação do início das obras de requalificação do Campo da Mata.
Nesta fase inicial, a direção do clube optou por pintar e reparar as bancadas, em que “o encosto das mesmas vai ficar a preto, com cadeiras brancas”, e recolocar os assentos postos na bancada dos sócios aquando da realização da Taça de Portugal. “Nessa altura colocaram-se as cadeiras à medida dos bilhetes que tínhamos e ficaram muito condensadas e juntas, portanto, vão ser retiradas e colocadas novamente com a devida distância”, explicou o presidente do CSC.
A par disso, “vamos dar mais comodidade aos sócios do clube”, colocando uma pala nas bancadas laterais e reestruturar a cobertura junto ao relvado, de modo a “garantir melhores condições de segurança”. “E porque é obrigatório também iremos intervir na parte superior do campo, onde iremos ter um local destinado à filmagem dos jogos”, adiantou Jorge Reis, esclarecendo que este ano o clube terá os jogos transmitidos através do canal de televisão da Federação Portuguesa de Futebol.
Igualmente pretende criar novas instalações sanitárias na bancada nascente para os adeptos de equipas visitantes e alterar a sala de imprensa. Todas estas intervenções, pintura, colocação de cadeiras e cobertura terão “um custo total de 140 mil euros mais IVA, nesta primeira fase de requalificação”.
No que diz às cadeiras, Jorge Reis referiu que “nesta primeira fase, os quatro primeiros degraus da bancada nascente não vão ter assentos, nem a bancada junto à sala de imprensa, pois no futuro próximo pretendemos demolir essa zona e construir a sede do clube”. Ou seja, “a ideia será aproveitar o edificado para construir algo novo”.

Construção do edifício sede e instalações de apoio

No momento simbólico de apresentação do início das obras de requalificação do Campo da Mata, o presidente do CSC revelou que “inicialmente tínhamos previsto que a sede do clube fosse construída na Quinta da Boneca mas face às dificuldades, que existem de aprovação e do tempo que esta situação poderia demorar, optámos por construir a sede do CSC aqui no Campo da Mata”, onde estará incluída a sala de troféus, a rouparia e salas de apoio.
Este projeto, que está “em fase de elaboração” e que faz parte da segunda fase de obras de requalificação, será algo “a médio a longo prazo”. “Neste momento estamos a alinhavar as coisas e depois do projeto estar mais ou menos feito é que vamos ver qual será o apoio que podemos ter”, esclareceu Jorge Reis, adiantando que há cerca de sete anos o clube já se tinha candidatado a “alguns fundos para tentar criar no Campo da Mata outro espaço”, e agora o “objetivo é retomar um pouco essa ideia”.
Caso obtenha aprovação do projeto na Câmara Municipal, o clube prevê iniciar no próximo ano a construção do mesmo.
Além da sede, do reforço da iluminação e da requalificação dos balneários, o CSC prevê nesta segunda fase de obras construir no Campo Municipal da Quinta da Boneca, “se assim for permitido”, mais dois campos de apoio, direcionados ao futebol de 11 e de 9. “O espaço que dispomos na Quinta da Boneca não é suficiente porque nós temos mais de 400 atletas nas camadas mais jovens”, frisou Jorge Reis, adiantando que “no futuro queríamos centralizar toda atividade do clube nesse espaço”.
Neste momento, o clube encontra-se a aguardar a alteração do PDM (Plano Diretor Municipal) para a construção dos dois campos, que “achamos ser de primordial importância para o desenvolvimento do futebol jovem”.
No futuro próximo, o clube pretende ainda substituir o relvado do Campo da Mata, sendo “algo importante para a vida do CSC”. Esse investimento poderá rondar os trezentos mil euros.
No que diz respeito à nova época desportiva, que iniciará no próximo domingo contra o Fátima, sem espetadores, Jorge Reis mostrou-se preocupado pois “os clubes da dimensão do CSC vivem dos seus associados e patrocinadores”.
“Em termos de expetativa da equipa de futebol sénior partiremos, como é apanágio, para entrar em todos os campos para ganhar e honrar a camisola que vestimos”, esclareceu.
Presente no momento de apresentação das obras também esteve o presidente da Câmara Municipal, Tinta Ferreira que referiu que “estou satisfeito em ver que as receitas obtidas através da concessão estão a ser investidas e não utilizadas propriamente no crescimento da equipa”. “Há interesse por parte da direção do clube em fazer investimento e melhorias no campo, por um lado para dar maior conforto a quem pratica e assiste, e por outro para dar maior durabilidade às instalações e infraestruturas desportivas. Portanto, esse investimento é visto de forma muito positiva pelo município, com intuito de continuar a investir na formação dos atletas”, esclareceu o edil, adiantando que o “CSC sabe que o município tem critérios generosos para grandes requalificações de campos e beneficiará disso”.
Em relação à substituição do relevado, o autarca disse que “da nossa parte há disponibilidade para também contribuir para a sua melhoria ou substituição, sendo certo que temos de equacionar o calendário desportivo”.
Garantiu ainda que o clube pode “continuar a contar com a Câmara Municipal como parceiro seguro, que dará uma comparticipação bastante significativa e que permitirá ao CSC fazer estas obras, sem diminuir significativamente as verbas que conseguiu obter da concessão das bombas”. “Não podemos deixar de ser parceiros proativos e empenhados na atividade que o CSC desenvolve e que se criem condições para que a nossa juventude volte a praticar desporto”, concluiu.
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