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Desaparecido nos Casais da Serra encontrado a caminhar na autoestrada

Carlos Alberto Frazão, de 48 anos, residente na aldeia dos Casais da Serra, nas Caldas da Rainha, que tinha ido dar uma volta de bicicleta e desaparecido a 27 de outubro, motivando um alerta nacional das autoridades policiais, foi encontrado pelo destacamento de trânsito da GNR do Carregado, desorientado, a caminhar na A1 em direção a Lisboa, no passado dia 5. A família, que já tinha poucas esperanças, ficou aliviada por voltar a vê-lo.

13-11-2019 | Francisco Gomes

Carlos Frazão, à direita, com a família feliz por voltar a vê-lo
Carlos Frazão, à direita, com a família feliz por voltar a vê-lo

O homem, que vive com a mãe e tem problemas psíquicos, estava na zona de Santa Iria de Azóia, e ia a pé na direção à capital, onde já tinha estado, de acordo os relatos que fez à família e recibos de despesas que tinha no bolso de cafés que bebeu, na Avenida de Roma, em Lisboa, e numa área de serviço em Loures.

“Já devia vir de regresso, porque a GNR disse que ele contou que ia para casa, mas lá se enganou e foi para o lado contrário. Houve pessoas que viram e avisaram a Brisa, e felizmente ia a passar uma patrulha da GNR e encontrou-o”, relatou Rute Marques, prima do desaparecido.

Sobre o que andou a fazer e onde permaneceu ao longo de nove dias, Carlos Frazão disse à prima ter andado a passear em Lisboa, passado a ponte 25 de Abril e ido ver o Cristo-Rei, mas não se sabe onde dormiu.

Contou, no entanto, que lhe roubaram a bicicleta. “Disse que foram dois rapazes que lhe pediram cigarros e ele não tinha, e então levaram-lhe a bicicleta”, explicou Rute Marques.

Os larápios não lhe fizeram mal e o homem, que trazia no bolso a carteira com trinta euros e o telemóvel desligado, só estava um pouco debilitado.

“Estava mais magro, com feridas nos pés por andar muito a pé, muitas olheiras e cansaço, mas encontrava-se bem. É um grande alívio porque tínhamos as mãos e os pés atados. Estávamos à espera de uma pista e não tínhamos, e já estávamos a pensar o pior”, manifestou a prima.

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