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Escolhas do Editor, Caldas da Rainha, Educação
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Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste qualifica recursos humanos para o setor

O mercado do turismo procura cada vez mais uma valorização acrescida através da descoberta de novas experiências. Por isso, o diretor da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO), Daniel Pinto defende para a região Oeste “um esforço coletivo de inovação e criatividade aproveitando os seus produtos e recursos”.   Para que esta região seja mais desenvolvida turisticamente, Daniel Pinto considera que deve “haver uma maior cooperação, no setor do turismo, entre estruturas coletivas e associativas suficientemente fortes e unidas, que saibam representar a região Oeste e que consigam trabalhar num ambiente de redes nacionais e internacionais temáticas, que possam potenciar novas relações, e novos mercados”. “Deve existir, também, coragem, energia positiva e vontade de assumir algumas opções de desenvolvimento económico e turístico”, adianta.

06-10-2015 |

Daniel Pinto, diretor da EHTO, tem aumentado a notoriedade da escola
Daniel Pinto, diretor da EHTO, tem aumentado a notoriedade da escola
O responsável da EHTO aponta que nos últimos anos se registou um enorme avanço na qualificação dos recursos humanos do setor, existindo, por isso, mais profissionalismo e rigor no turismo. “O cliente está mais informado, é mais exigente e, por isso, não pode haver contemplações e facilidades”, sublinha. Reconhece, no entanto, que há margem de progressão e melhoria que “podemos e devemos, todos nós, de forma coletiva e num espírito de missão, prosseguir, tendo em vista o desenvolvimento da qualidade do serviço turístico em Portugal”.
Daniel Pinto trabalhou no Turismo do Oeste de 1999 a 2010 onde desempenhou as funções de coordenação do Gabinete de Apoio ao Investidor, na área do desenvolvimento económico e marketing turístico.
Em 2010 assumiu a direção da EHTO. Tem pautado por uma escola aberta à comunidade com projetos inovadores que acabam por divulgar o trabalho e competências dos alunos. Daniel Pinto entende que a vitalidade de um projeto educativo e de formação profissional só faz sentido se for construído numa permanente interação com o exterior, com a comunidade. “Só faz sentido a nossa existência se nós conseguirmos acrescentar valor às empresas e empresários, às organizações públicas e associativas, nunca esquecendo, também, a dimensão da responsabilidade social. É por isso que gostamos de fomentar um espírito de permanente colaboração com as principais instituições de apoio à economia social”, afirma.
Destaca, ainda, a importância do eixo “responsabilidade ambiental” para a sustentabilidade da escola e sua comunidade educativa, alunos, pais, professores, funcionários e fornecedores. É por isso que no seguimento do trabalho desenvolvido no âmbito do projeto Eco-Escolas no ano letivo anterior, a escola vai ser galardoada com a Bandeira Verde, numa cerimónia pública de âmbito nacional, em Torres Vedras, no dia 14 de outubro.
A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste vai desenvolver este ano letivo dois projetos pedagógicos autónomos. Com os alunos finalistas dos cursos de “Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas” e “Técnicas de Cozinha/Pastelaria”, vai organizar o projeto Raízes, que procura desenvolver nos alunos o gosto e interesse pela descoberta da origem dos produtos alimentares, suas características organoléticas e benefícios para a saúde e, também, as suas relações culturais, etnográficas, antropológicas e ancestrais. Com os alunos de 2.º ano dos cursos de “Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas” e “Técnicas de Cozinha/Pastelaria”, vai desenvolver o projeto Sabores do Oeste, durante o 2.º semestre, que tem como objetivo aprofundar a riqueza eno-gastronómica e cultural dos doze municípios do Oeste.

Marlene Sousa
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