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Greve Climática Estudantil das Caldas da Rainha junta-se a ação global a 19 de março

No dia 19 de março, a Greve Climática Estudantil Caldas da Rainha vai juntar-se novamente à mobilização mundial para uma nova ação global pelo clima, através de ações online nas redes sociais, assim como uma ação simbólica por soluções imediatas para uma ferrovia que se encontra insuficiente e insustentável.

03-03-2021 | Mariana Martinho

A ação vai decorrer através das redes sociais (foto de arquivo)
A ação vai decorrer através das redes sociais (foto de arquivo)
“Enquanto atravessamos uma grave crise pandémica, há outra crise que não demonstra sinais de abrandar. Falamos de uma crise climática, que avança a passos largos, em direção a um ponto de não retorno”, sublinhou a Greve Climática Estudantil das Caldas da Rainha, adiantando que “os ponteiros não param de girar, nunca pararam”.
Igualmente referiu que “a ciência, de modo consensual, diz-nos que temos menos de sete anos para reduzir drasticamente as nossas emissões de gases com efeito de estufa”, e se nada for feito “haverá seguramente alterações no planeta, que põem em causa a sobrevivência da civilização como a conhecemos”.
Nesse sentido, o grupo alerta que “não há tempo a perder”, e por isso vai voltar à ação. “A urgência não nos permite ficar de braços cruzados enquanto dos líderes mundiais e instituições apenas recebemos promessas vazias e inação”, apontou o movimento estudantil das Caldas da Rainha.
A nível regional, o grupo destacou que existe “um exemplo da ineficácia de quem nos governa em enfrentar a crise climática”, relativamente à situação da Linha Ferroviária do Oeste, em que as promessas de eletrificação, requalificação e melhoria de acessibilidade na linha vão sendo adiadas de ano para ano. Face a isso, o grupo exige que sejam cumpridos prazos, pois “não há tempo a perder no serviço às populações locais e ao planeta”.
“A ferrovia elétrica e eficaz é um elemento essencial para a mudança necessária para combater a crise climática, pois além de reduzir as emissões de dióxido de carbono, também é uma alternativa ao transporte rodoviário e particular, e ainda permite às populações uma tão necessária melhoria no transporte local e regional, pela qual lutam há tantos anos”, esclareceu.
Alertou também que “há que garantir condições planetárias para a nossa sobrevivência. Há que agir. É hora de acertarmos o relógio: não temos tempo para mais promessas em vão”.
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