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Escolhas do Editor, Economia
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Investimento de 10,5 milhões de euros vai dar nova vida aos prédios inacabados em frente à EDP

Os cinco prédios inacabados que se encontravam em avançado estado de degradação em frente ao edifício da EDP, nas Caldas da Rainha, devido à sua construção estar parada desde há mais de uma dezena de anos, estão a ser alvo de recuperação para se transformarem num condomínio com 73 novas habitações, diversas lojas e serviços, jardins e piscina. O investimento, levado a cabo pela Finangeste, empresa de recuperação de créditos e gestão de ativos imobiliários, é de cerca de 10,5 milhões de euros e contribuiu já para a criação de 150 postos de trabalho diretos.

08-05-2019 | Francisco Gomes

Maqueta com os blocos A, B, C e D
Maqueta com os blocos A, B, C e D
A Avenida Monte António Duarte prepara-se para ter uma nova vida. O projeto Caldas Terrace, cujo primeiro dos cinco blocos se encontra já concluído, insere-se numa área urbana em renovação, com a criação prevista de novas superfícies comerciais, serviços de saúde, parques, ginásios, entre outros.
“Ao desenvolvermos este grande projeto nas Caldas da Rainha estamos não só a contribuir para a política de reabilitação que a Câmara Municipal está a implementar, como também a alavancar um empreendimento que, estamos certos, será relevante para a economia e para as famílias da região”, refere a administração da Finangeste, que faz parte de um grupo integrado de empresas de recuperação de crédito e de desenvolvimento imobiliário.
Estão em curso obras para finalizar os cinco blocos. Acredita-se no sucesso do investimento, uma vez que, para além da qualidade de acabamentos e áreas generosas dos edifícios, a proximidade do centro da cidade e o enquadramento com a zona verde de pinhal em redor, aquela é uma zona que será valorizada com a anunciada instalação da Clínica do Montepio Rainha D. Leonor, de dois hipermercados e de um hotel.
“Aproveitar a natureza na cidade” é o slogan promocional deste empreendimento. Para completar este cenário relaxante prevê um vasto jardim com uma piscina para adultos, parque infantil e uma sala de condomínio disponível para festas.
O Caldas Terrace é composto por 80 frações (73 apartamentos e 7 lojas), dos quais 10 T1 (cada com um lugar de estacionamento na garagem), 18 T2 (cada com dois lugares), 34 T3 (a maioria com três lugares), 10 T4 (com três lugares) e um T5 duplex (com três lugares). Cada um dos cinco blocos terá elevador.
A disponibilização de vários lugares de estacionamento na garagem comum consoante a tipologia é uma das mais-valias, sendo que todos os apartamentos têm uma arrecadação. Vão do piso -2 ao piso 4, variando consoante os blocos. Existirão três lojas entre os blocos de apartamentos e quatro lojas num dos blocos.
Destacam-se as fachadas rasgadas, com vãos de grande dimensão, dando lugar a amplas varandas com aproveitamento de espaço exterior, apartamentos com isolamento e ar condicionado, piso flutuante preparado para desgaste, linhas modernas e acabamentos de qualidade, cozinha equipada, eletrodomésticos encastrados, vidros duplos e térmicos, muito espaço de arrumação, armários largos e áreas generosas.
Cada apartamento tem um preço, variando consoante o metro quadrado, a vista e os acabamentos, a partir dos 116900 euros.
A obra esteve parada e abandonada por falência do empreiteiro inicial, levando a que durante algum tempo houvesse ocupação por sem-abrigo e toxicodependentes, para além de vandalismo com pinturas e retirada de elementos de construção. Chegou mesmo a haver um incêndio.
Com a retoma da atividade imobiliária, este empreendimento foi visto como tendo potencial. A imagem de entrada na cidade vai assim ser melhorada.
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