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Cultura, Caldas da Rainha
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“A Lagoa é uma das minhas inspirações”, confessou o fotógrafo amador

XII edição da ARTZ com fotografias de Artur Correia

Nas escadarias do The English Centre, no Centro Comercial D. Carlos I, até ao dia 22 de junho, é possível ver a XII edição da Artz, composta por fotografias, umas a preto e branco, outras a cores, do advogado e fotógrafo amador Artur Correia, que tem como tema central na maioria das imagens a Lagoa de Óbidos.

30-05-2018 | Mariana Martinho

Artur Correia, responsável pela exposição fotográfica nas escadarias do The English Centre
[+] Fotos
Artur Correia, responsável pela exposição fotográfica nas escadarias do The English Centre
Ao longo da última década o The English Centre acolheu na sua escadaria os trabalhos de dezenas de artistas regionais e nacionais, nos mais variados estilos e abordagens artísticas, desde a pintura ao desenho, do design à escultura e da serigrafia à fotografia.
Mais uma vez a Artz volta reforçar o seu contributo na promoção e divulgação de diversas formas das artes plásticas, proporcionando aos mais novos o contacto direto com a arte e assim estimular a sua criatividade e espírito crítico.
Este ano apostou novamente na fotografia, com 16 retratos da autoria de Artur Correia, que não é fotógrafo mas sim advogado de profissão, e que encontra na fotografia um “hobby” que lhe traz “uma grande satisfação há mais de 20 anos”.
Esta é a segunda exposição individual do fotógrafo amador, inaugurada na passada quarta-feira, altura em que o artista fez visitas guiadas pelas suas fotografias, ao mesmo tempo que explicava as técnicas e as histórias por detrás das mesmas.
Este “gosto que nasceu há mais de vinte anos” pelos aspetos técnicos da revelação e produção da fotografia fez com que Artur Correia frequentasse dois cursos de fotografia no Atelier Arte e Expressão, em Caldas da Rainha, tendo nessa altura desenvolvido um “gosto especial pelo preto e branco”, formato que, hoje em dia, prefere.
Nesse sentido confessou que “o bichinho da fotografia nasceu mais da curiosidade de saber como aparecia a fotografia, como é que a imagem saía dos rolos e se transformava em papel”.
Apesar do “enorme fascínio” que tem pela fotografia, esse gosto nem sempre foi correspondido, tendo um “hiato de quase vinte anos” sem fazer fotografias. Mas há cerca de dois anos reencontrou esse gosto pela máquina fotográfica e “sempre que tenho oportunidade faço fotografia”. Aliás, referiu que “ando sempre com a máquina atrás”.
Das 16 fotografias expostas, apenas duas são mais antigas, sendo as restantes mais recentes. Em quase todas encontra na Lagoa de Óbidos uma fonte de permanente inspiração.
Além de ser o sítio onde mora (Foz do Arelho), confessou que é “onde tenho vontade de fazer fotografia”. “A lagoa está ali com luzes e ambientes diferentes, em constante movimento, o que acaba por proporcionar trabalhos finais como estes”, explicou o fotógrafo amador, que tenta ao mesmo captar outros registos como é o caso dos bateiras. Essas fotografias são captadas com lentes manuais fixas, algumas com 20 ou 30 anos, que coloca na sua máquina digital devido ao efeito que fazem.
Para Carlos Ribeiro, relações externas do The English Centre, que conheceu o trabalho fotográfico de Artur Correia há cerca de sete meses, “esta exposição é duplamente gratificante”. Além de permitir que artistas da região, conhecidos ou não, possam expor o seu trabalho, também possibilita que os alunos tenham um contacto com as artes, podendo discutir e falar com os autores das peças em exposição.
“Este não é um evento do The English Centre para dentro, mas é um evento aberto aos alunos e ao público em geral”, apontou o responsável, salientando que há doze anos consecutivos que a instituição realiza a Artz.
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