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Opinião
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Escaparate

As Eleições Europeias e as Caldas da Rainha

No meu mais recente périplo em N. S. do Pópulo, Coto, São Gregório e Fanadia fiz questão de conversar com os moradores. Faço-o por obrigação eleitoral, afinal, se a memória não me falha, 1.611 eleitores depositaram confiança em mim e na minha equipa nas Autárquicas de 2017.

23-01-2019 | Rui Calisto

Rui Calisto
Rui Calisto
Pois bem. Nesta última peregrinação, por aqueles locais, fiz duas indagações: Uma sobre a política caldense e a outra relacionada com a próxima Eleição para o Parlamento Europeu - que, em Portugal, deve ocorrer no domingo, dia 26 de maio, segundo informação do Conselho da União Europeia – e fiquei impressionado com as respostas.
A maioria das pessoas perscrutadas mostrou total desconhecimento sobre a vida política atual das Caldas da Rainha. Inclusive, assumiram não se lembrar do nome dos políticos caldenses em quem votaram. Manifestaram, também, que optaram por uma sigla partidária, por comodismo, ou que o fizeram porque foram instigados pelos grandes e coloridos cartazes de propaganda que estavam espalhados na freguesia. O que significa que a mancha eleitoral nas Caldas da Rainha é assustadoramente volúvel.
Em relação às Eleições Europeias de 2014, não fazem a mínima ideia de quem foi eleito. Vamos relembrá-los: Portugal possui atualmente 21 assentos no Parlamento Europeu, assim distribuídos: PS: 8, PSD: 6, PCP: 3, PT: 1, PDR: 1, BE: 1 e CDS-PP: 1. Os respetivos deputados são naturais de: Lisboa: 7, Amarante: 2, Madeira: 2, Viana do Castelo: 1, Coimbra: 1, V. N. de Famalicão: 1, V. N. de Gaia: 1, Açores: 1, Farminhão-Viseu: 1, Mirandela: 1, Portalegre: 1, Óbidos: 1 e Paris (França): 1. Devo referir que “o Parlamento Europeu é composto por 751 deputados eleitos nos 28 Estados-Membros da União Europeia alargada. Desde 1979, os deputados ao Parlamento Europeu são eleitos por sufrágio universal direto e por cinco anos”.
Sobre as próximas Eleições Europeias afirmaram que nada sabem.
Neste ano de 2019, são visíveis algumas fraquezas por parte do PSD nacional devido aos mais recentes acontecimentos, nota-se que o partido está fragmentado. Para confirmarmos esse pensamento, basta analisarmos com cuidado as tendências atuais: Por um lado o grito dos ultraliberais, que fazem parte da fação de Passos Coelho, por outro os moderados centristas, seguidores de Rui Rio. Uma divisão que, a nível europeu, pode custar caro ao partido.
O PSD caldense parece-me distante dessas quizilas nacionais internas, não devendo sofrer grandes ruturas, pois, o que todos os seus militantes mais prezam é a soberania que exercem no feudo que governam desde o século passado. Não passa, na mente de nenhum militante laranja, nas Caldas da Rainha, uma qualquer cisão, um qualquer desvio, pois, sabem perfeitamente bem que, em equipa que ganha campeonatos, não se podem perder jogadores, muito menos enfraquecer as hostes.
Não há, até ao momento, nenhum caldense, laranja, indicado para concorrer ao Parlamento Europeu. Nesse sentido, também nenhum candidato de outro partido político está legitimado para tal. Das duas uma, ou a vaidade, de alguns políticos locais, ainda não chegou a tanto, ou as estruturas nacionais desconhecem que se faz política por aqui, tal o nível baixíssimo de contraditório.
Quanto ao caminhar popular para as urnas no próximo dia 26 de maio, nas Eleições para o Parlamento Europeu, os eleitores caldenses (que são menos de 33%) devem votar conforme já é habitual: Com muito medo de arriscar, pois, como não buscam informações atempadamente, sobre partidos e candidatos, sentem receio que a urna os venha aterrorizar em noites de trovoada.
A quatro meses da Eleição para o Parlamento Europeu nada de novo na costa. E a oposição caldense ainda dorme. Temos de a abanar!
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