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Parque D. Carlos I

Café Smash assaltado pela quarta vez este mês

Neste primeiro mês de 2019 o Café Smash, na zona do parque das bicicletas do Parque D. Carlos I, já foi assaltado quatro vezes, deixando os proprietários revoltados com os prejuízos causados. O último assalto verificou-se na madrugada do passado sábado, pelas 00h50. Foi nessa hora que tocou o alarme, quando vários indivíduos encapuzados tentavam entrar no estabelecimento, após terem partido o vidro junto à porta.

30-01-2019 | Francisco Gomes

Vidro foi partido para permitir a entrada no estabelecimento
[+] Fotos
Vidro foi partido para permitir a entrada no estabelecimento
Acabaram por fugir sem levarem nada, mas por volta das cinco da manhã a PSP teve de voltar ao local porque a videovigilância permitiu observar alguém a tirar cadeiras da esplanada.
A polícia veio a descobrir as cadeiras no interior da casa de banho das senhoras no Parque, onde estavam em amena cavaqueira cinco indivíduos, que tinham tido acesso à chave dos balneários e que foram surpreendidos pelos agentes e identificados para posteriores diligências de investigação.
A PSP recolheu impressões digitais dos vidros partidos e vai agora cruzar dados para chegar até aos autores da tentativa de assalto ao café.
No primeiro assalto ocorrido no estabelecimento foi arrombada a porta. Da segunda vez foram retirados os vidros de cima. Depois partiram vidros da porta e agora os vidros junto à mesma.
Os danos são sempre grandes, mas os assaltos nem sempre chegam a ser produtivos para os larápios. Só na primeira vez é que conseguiram levar um computador, 600 euros e bebidas.

Atividade noturna à margem da lei no Parque

Os portões do Parque são fechados à noite, mas isso não impede que possam ficar pessoas no interior. O Parque é grande e apesar de uma empresa de segurança todos os dias ir abrir e fechar os portões, avisando quem encontra de que não pode permanecer naquele espaço verde fora de horas, há sempre quem se possa esconder entre a vegetação ou voltar mais tarde pulando a vedação.
Aliás, há relatos de autênticas “festas” noturnas no telheiro do Parque, aproveitando até as fichas de eletricidade ali existentes para serem ligadas aparelhagens de música. Há quem durma à entrada do museu, no telheiro ou noutros espaços, conta-se. As casas de banho também são ocupadas.
Esporadicamente há atividade noturna à margem da lei no Parque.

Tem horário de funcionamento

No âmbito da delegação de competências a gestão do Parque está entregue à Junta de Freguesia da União das Freguesias de Caldas da Rainha – Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório.
O regulamento do Parque, aprovado em junho de 2016, determina que o horário de funcionamento é das 7h às 21h (horário de inverno – 1 de novembro a 31 de março) e das 7h às 23h (horário de verão – 1 de abril a 31 de outubro).
Outros horários mais extensos poderão ser considerados, em função do funcionamento das cafetarias existentes ou da realização de eventos, sempre que para tal haja condições, nomeadamente de iluminação e vigilância. Mas carecem de autorização por escrito.
Não é permitido acampar no Parque.

“Preocupante mas não alarmante”

Vítor Marques, presidente da União de Freguesias, considera que o caso “é preocupante mas não alarmante”, pretendendo que não se crie pânico e que se encare a situação como possível de combater, em conjunto com a polícia.
O autarca confirmou ao JORNAL DAS CALDAS que, tal como determina o regulamento, as pessoas não podem ficar no Parque depois do encerramento dos portões. “A empresa de segurança começa a fazer a ronda para fechar com tolerância de uma hora após o horário afixado e se encontra alguém no interior encaminha-os para fora do Parque e isso sempre tem acontecido sem problemas. As exceções são comunicadas à PSP para intervenção”, revelou.
O Parque tem dez entradas – a contar com o Céu de Vidro – e devido à sua extensão a vigilância é dificultada. Mas a PSP pode a qualquer altura passar no interior, pois tem a chave. O Parque tem iluminação pública, mesmo que possa haver uma ou outra zona menos coberta.
Os casos em que foram detetadas pessoas a dormir no Parque foram comunicados à Segurança Social da Câmara.
O presidente da junta assegurou que as fichas elétricas do telheiro deixarão de estar ligadas para evitar “festas” ou outros “eventos” noturnos. Na passada segunda-feira circulou na rede social Facebook que iria ali haver a exibição de um filme, mas segundo a autarquia não foi encontrado nenhum movimento, a não ser um jovem que deambulava pelo Parque fora de horas.
Fica no entanto o aviso: “Qualquer entrada ou permanência após o horário de funcionamento, depois de fechados os portões, é uma invasão”.
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