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Cultura, Caldas da Rainha
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Festival da Sardinha em Salir do Porto

Uma tonelada de sardinhas foi preparada para ser consumida num festival dedicado a esta espécie em Salir do Porto, nas Caldas da Rainha.

18-07-2018 | Francisco Gomes

Foi preparada uma tonelada de sardinha
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Foi preparada uma tonelada de sardinha
Desde há sete anos que se criou a tradição deste festival no Centro Recreativo e Cultural de Salir do Porto, aproveitando o tempo de férias em que na região estão muitos estrangeiros, que adoram a sardinha portuguesa.
Tema incontornável é a recomendação do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES) para proibição da pesca da sardinha no próximo ano em Portugal e Espanha, tendo em conta a diminuição do stock verificada nos últimos anos, uma medida que já foi contestada pela Associação Nacional das Organizações dos Produtores da Pesca do Cerco, com sede em Peniche, que manifestou que “foi com um sentimento de surpresa, indignação e revolta que os pescadores portugueses analisaram o parecer de 2018 divulgado pelo ICES”, porquanto “a avaliação agora emitida pelo ICES não integra com o devido destaque e relevância todos os dados científicos produzidos pelos cruzeiros de avaliação de dezembro de 2017 e de maio de 2018 realizados pelo IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera) e em março/abril de 2018 pelo IEO (Instituto Español de Oceanografia), e que demonstraram uma muito significativa melhoria da abundância de sardinha nas águas atlânticas ibéricas, pelo que é um parecer que ignora os dados mais recentes sobre o bom estado do stock da sardinha”.
Em contraponto, a PONG-Pesca – Plataforma de Organizações Não Governamentais Portuguesas sobre a Pesca defendeu que “o ICES e as instituições que para ele contribuem merecem a total confiança”, pedindo respeito pelos pareceres científicos e apelando à aprovação de um plano de recuperação da sardinha ibérica.
Em Salir do Porto os consumidores dividem-se nas opiniões. “Isto é uma tradição em Portugal e não podemos passar um verão sem sardinha. Ficava com pena se não houvesse”, defende um dos participantes no festival. Outro admite que “é preciso um bocado de cuidado para ver se conseguimos controlar e que haja sardinha no futuro para os nossos netos”.
Preocupações à parte, a organização do festival aposta neste evento para dinamizar a aldeia. António Morgado, presidente da coletividade, afirma que “resolvemos fazer isto em virtude de termos uma costa oceânica e termos Peniche a sul e Nazaré a norte, portos de pesca importantes, e é uma forma de recolhermos fundos necessários para manter a coletividade viva”.
O Festival da Sardinha em Salir do Porto decorre de sexta a domingo até 22 de julho.
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