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Economia, Caldas da Rainha
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“Horta da Maria”, nova plataforma virtual de promoção e comércio dos produtos hortofrutícolas da região Oeste

A plataforma “Horta da Maria”, destinada à promoção e comércio dos produtos hortofrutícolas da região Oeste, permite que os consumidores tenham os melhores e os mais frescos produtos diretamente da horta em sua casa. Trata-se de um canal online criado por quatro jovens caldenses, que pretende não só dar o que de melhor há da região, como também promover os produtores e os seus produtos agrícolas para que estes os possam escoar melhor.

04-07-2018 | Mariana Martinho

Dois dos jovens responsáveis pela “Horta da Maria”
Dois dos jovens responsáveis pela “Horta da Maria”
Baseado no modelo D2C, “direct-to-consumer” (direto para o consumidor), a plataforma online “Horta da Maria” nasce da ideia de vários produtores hortofrutícolas da região Oeste, que “sentiram a necessidade de acesso a produtos mais frescos por parte dos consumidores que residem nas grandes metrópoles, neste caso Lisboa”, explicou um dos responsáveis pela ideia, Diogo Massena, que juntamente com três amigos caldenses, Marcelo Amaral, André Azevedo e André Mendes, lançaram a plataforma online na passada sexta-feira.
Ambos já tinham outros negócios, mas como “não estavam a dar a rentabilidade que deviam dar”, decidiam investir e criar uma “coisa para mais específica, com outro conceito”.
Com empresa instalada no 1º andar do edifício do Caldas Empreende, a “Horta da Maria” procura assim fomentar o comércio justo, dando a possibilidade de comercializar este tipo de produtos de uma forma economicamente mais justa, e ainda permite que o consumidor possa voltar a consumir aqueles produtos frescos que normalmente só se consumiam quando se ia à terra dos nossos avós. Nesse sentido, a plataforma cortou com todos os intermediários e desenvolveu um “canal único para promover, comercializar e entregar ao domicílio, os melhores e mais frescos produtos hortofrutícolas da região Oeste de Portugal”.
Atualmente junta sete produtores locais da região Oeste como Salir do Porto, Peniche, Óbidos, Benedita, entre outros, que disponibilizam diversos produtos, como alfaces, pepinos, erva-cidreira, maçã fuji, morangos, entre outros, no total de sessenta variedades de produtos de época.
Semanalmente cada um dos produtores que colaboram para a “Horta da Maria” definem as quantidades e produtos que vão poder colher e dispor para comercializar nessa semana, de modo a “garantir a frescura de todos os produtos e a certeza das quantidades, que se vão poder comercializar, de forma a que cada consumidor possa criar o seu cabaz personalizado com produtos de época”. Além disso, o canal vai permitir contrariar o consumo dos produtos de supermercados, que “normalmente estão sujeitos a processos de conservação extremamente agressivos e que acabam por diminuir drasticamente a qualidade dos mesmos”.
Nesta fase inicial da “Horta da Maria”, as entregas apenas serão feitas a cada terça-feira de cada semana. Assim que o consumidor realizar o pedido, o produtor recebe uma confirmação dos produtos e quantidades adquiridas, para que a colheita seja feita no dia anterior à entrega, garantindo assim que “os produtos chegam a casa ainda frescos e com toda a qualidade e sabor de um produto acabado de colher”.
No fundo, existe “um produtor referência por detrás dos restantes”, que irá entregar a encomenda ao destino. Contudo, aproveitaram para “criar uma história à volta do produto, ou seja, pela manhã o Manel vai à horta, depois a Maria prepara a sua encomenda, e por fim, o Manel irá entregar em sua casa”.
De acordo com o jovem, “os produtos vão ter no máximo um período de 24 horas, desde a colheita até ao consumidor final”, garantindo assim a qualidade e a frescura dos produtos.
O pagamento poderá ser efetuado através de transferência bancária ou paypal.
Além de fomentar o comércio justo e qualidade nos produtos, a “Horta da Maria” também promove a alimentação saudável, com base na diversidade e sazonalidade dos produtos hortofrutícolas de alta qualidade e recém-colhidos.
Apesar de estar no início, a plataforma já tem recebido diversos feedbacks positivos por parte dos consumidores.
Ainda na área da agricultura, os quatro jovens também lançaram outra plataforma online, o Mapo Market, direcionada para o comércio europeu. “Detetámos que havia bastante procura pelos produtos portugueses”, sublinhou Diogo Massena, esclarecendo que esta plataforma vai permitir que os consumidores estrangeiros tenham acesso aos produtos tradicionais portugueses, como a ginja de Óbidos, a sardinhas enlatadas de Peniche ou até o pão-de-ló de Ovar.
Nesta fase inicial, “vamos trabalhar com produtos que não precisam de acondicionamento de frio, garantindo assim a entrega em 72 horas”.
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