Login  Recuperar
Password
  21 de Janeiro de 2019
Estão utilizadores online Existem actualmente entidades no directório

Pode fazer o registo (grátis) do seu mail pessoal/ profissional e ter acesso privado, password e serviços personalizados, nos sites e redes sociais dos jornais. Terá uma assinatura digital de Grupo (gratuita), mas personalizada. Pretende registar-se?

Registar-se com o seu email pessoal/ profissional

(aguarde 5)
Siga a nossa página Google Plus Siga a nossa página Facebook Siga-nos no Twitter Siga-nos no Picasa Siga-nos no YouTube Dispositivos móveis Assine a edição impressa
Escolhas do Editor, Sociedade, Caldas da Rainha
Imprimir em PDF    Imprimir    Enviar por email   Diminuir fonte   Aumentar fonte

Manifestação “Coletes amarelos” apenas juntou sete pessoas no Largo da Rainha

Teve fraca adesão a única manifestação oficial dos 'coletes amarelos' nas Caldas da Rainha, no Largo da Rainha, na passada sexta-feira. Sob vigilância policial, apenas compareceram sete pessoas com o símbolo da reivindicação pela redução de taxas e impostos, por reformas, pensões, subsídio de desemprego e salário mínimo com valores adequados, pela adoção imediata de medidas efetivas de combate à corrupção, entre outras exigências.

27-12-2018 | Francisco Gomes

Poucos participantes na manifestação
[+] Fotos
Poucos participantes na manifestação
O repto para esta concentração local foi lançado poucos dias antes e foi Fernanda Francisco quem na rede social Facebook tratou de criar o evento de divulgação, depois do contato com o MCAP - Movimento Coletes Amarelos Portugal e a comunicação e pedido de autorização à Câmara Municipal, que deu luz verde, condicionado a não ser perturbada a ordem pública.
“Após 70 anos de implementação dos direitos Humanos, ainda existem seres de 1ª, 2ª e 3ª classe. Chega! Vamos dizer basta ao sistema que usa e abusa do poder”, escreveu no convite público, elencando algumas reivindicações: Redução do preço dos combustíveis, aumento de reformas pois que não se vive com 260€ em Portugal, apoio financeiro para famílias cujo rendimento não cobre as despesas mensais, apoio financeiro aos deficientes, fim à isenção de impostos aos privilegiados, redução do IVA e IRS, urgente alteração de condições de trabalho para as forças policiais, pois que deles depende a segurança de todos nós, tempo de reforma igual para todos e saúde igual para todos”.
O largo da Rainha era o ponto de encontro a partir das sete horas da manhã. Após a concentração, a ideia era seguir pela Rua General Queirós até à Praça da Fruta, contornar para descer até ao Hospital Termal e regressar à rotunda da Rainha pela Rua de Camões.
Inspirados pela onda de manifestantes em França, os contestatários asseguravam ser um movimento pacífico apartidário.
A PSP, que acabou por aparecer com um contingente de efetivos maior do que o número de manifestantes, já havia antes difundido um apelo a todos para “respeitarem os princípios previstos na legislação em vigor que enquadra o direito de reunião e manifestação, respeitarem as instruções e ordens da PSP no quadro da segurança dos manifestantes e dos restantes cidadãos, e a terem em consideração os normativos em vigor que proíbem bloqueios de vias rodoviárias”.
Mas nas Caldas não houver qualquer problema nesse aspeto, dado o número reduzido de participantes. “Acho que as pessoas são muito acomodadas. Querem que aconteça, mas não agem. Tinha bastantes expetativas de ter umas cem pessoas. Colocámos cartazes nas cidades e divulgámos nas redes sociais. Afinal leva-me a acreditar que estão contentes”, desabafou Fernanda Francisco, que disse estar “entristecida”.
Tags:
COMENTÁRIOS
Deverá efectuar Login ou fazer o Registo (Grátis) para poder comentar esta notícia.
pub
Booking.com
Ciência & Tecnologia

A carregar, por favor aguarde.
A Carregar

    Notícias Institucionais

    A carregar, por favor aguarde.
    A Carregar