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Movimento ambientalista contra praia canina no Portinho da Areia do Norte

A Arméria - Movimento Ambientalista de Peniche anunciou ter verificado “com grande surpresa” que a praia do Portinho da Areia do Norte voltou a ser uma praia canina.

19-07-2018 |

Praia para a permanência e circulação de cães no Portinho da Areia do Norte
Praia para a permanência e circulação de cães no Portinho da Areia do Norte
“Depois da inauguração apressada e controversa, em agosto de 2016, no Portinho da Areia do Norte de uma praia para a permanência e circulação de cães, voltou a ocorrer a abertura no presente ano balnear, novamente sem ter havido qualquer debate/informação sobre esta temática”, lamenta o movimento ambientalista, que tem como um dos seus principais focos de atenção a preservação e valorização de toda a área envolvente à Papôa, localizada na parte norte da cidade de Peniche.
“O problema mais importante é a localização escolhida (património e perigosidade), já que se promove a sua utilização, por pessoas ou cães, em contraste com a indicação de local de risco patente nas placas afixadas no local. O Portinho da Areia do Norte não reúne as condições necessárias para a utilização proposta já que a sua área é diminuta e parte da mesma é composta por arribas instáveis que constituem um risco de segurança, tem uma frente de praia de 80 metros e metade do areal disponível está abrangida pela faixa de risco”, refere a Arméria.
“O local reúne condições excepcionais no âmbito do ensino das ciências da terra e da vida que de alguma forma poderão ficar comprometidas”, sustenta, argumentando também que “não existe uma área de estacionamento devidamente limitada nem um controlo eficaz sobre o estacionamento selvagem no topo das arribas envolventes, seja pela proibição ou pela existência de barreiras físicas”.
“Após a polémica tomada desta decisão, e tendo já decorrido duas épocas balneares, não foi realizada uma avaliação da mesma integrando a sociedade civil ou as entidades locais que pudessem dar contributos positivos para este processo”, lamentou.
Em 2017 o anterior executivo justificava a escolha da praia por “estar relativamente perto do centro urbano, ter um acesso independente e fácil que não passasse numa área concessionada e não existisse pisoteio de dunas, ter alguma capacidade de estacionamento, não conflituar muito com a ocupação balnear e reunir as condições mínimas de segurança”.
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