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Opinião
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Treino de cães, burros e o Mundial de Futebol

Nos últimos anos temos assistido a uma mudança de mentalidades e, cada vez mais, os animais começam a ser vistos não pelo seu valor como ferramenta de trabalho, mas como um ser que adotamos e trazemos para o seio da nossa família.

19-07-2018 |

A legislação tenta acompanhar esta mudança, aumentado a responsabilidade dos donos ou tutores, aumentando a fiscalização e tentando abolir cada vez mais as restrições à presença dos nossos fiéis amigos em todos os locais públicos e privados.
Estamos a falar de cães, certo? Pois bem, na verdade o treino de animais está a estender-se a todo o tipo de espécies. Cães, gatos, aves domésticas, burros, cavalos, porcos, ouriços- cacheiros, coelhos e até peixes.
Os animais são agora parte integrante da família e quem pode, quer estender este conceito a outros animais, promovendo a harmonia entre espécies e a comunicação com os humanos.
Com o treino abrimos canais de comunicação e o animal é recompensado por tentar ir ao encontro da nossa expetativa em termos de comportamento. Na maioria dos casos os animais são seres sociais, que gostam de interagir connosco, e com os métodos adequados aprendem a gostar de fazer tarefas que de outra forma seriam stressantes e em último caso poderiam originar dor pela contenção física.
Para além de treinar animais para que estejam confortáveis ao serem manipulados, estamos a facilitar a tarefa dos veterinários durante as consultas e limitando o uso de meios de contenção ou calmantes. O treino preenche também uma parte do dia do animal, sendo normalmente uma tarefa desgastante e que tem um efeito calmante duplamente eficaz: por um lado o animal entra em repouso no período seguinte; por outro um treino adequado suprime as necessidades comportamentais e previne comportamentos indesejados.
Um treino adequado, que não usa meios aversivos, que estimula o animal a resolver problemas e que funciona como reforço da ligação entre o dono ou tutor e o seu animal, é uma atividade enriquecedora para ambos.
O treino não deve ser encarado como uma montra para o dono exibir o seu animal, mas deve, sem dúvida, ser motivo de orgulho! Deve ser adequado a cada espécie, respeitando o “design funcional” do corpo e procurando recorrer a movimentos que remetam para os comportamentos normais de cada um dos seres que treinamos.
O treino deve também manter os donos motivados e interessados!
Assim, aproveitando “a onda” do Campeonato Mundial de Futebol, colocámos a Ozzy (Beagle, 1 ano) a equilibrar-se numa bola para a foto e o Brutus (burro, 9 meses) a procurar e pontapear uma bola, enquanto ambos envergavam um cachecol de Portugal num exercício de manipulação corporal. Sem trelas e sem chicotes. Fair play acima de tudo. O vídeo do Brutus a chutar na bola, encontra-se disponível na página do Facebook: Pet Nanny Bobtail Colina da Torre.

Rui Barros, treinador da Pet Nanny
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