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Opinião
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Modernização da Linha Ferroviária do Oeste

Sai diariamente de Torres Vedras para Lisboa um autocarro todos os cinco minutos entre as 7h30 e as 8h30. Do Bombarral de 15 em 15 minutos. Das Caldas da Rainha, 30 autocarros entre as 5h30 e as 13h.

05-06-2019 | Margarida Marques - Deputada do PS

Para aqueles que diariamente se deslocam por razões de trabalho, educação ou outra (muito particularmente na sua dimensão suburbana), o caminho de ferro é o modo preferencial para este tipo de movimentos pendulares.
Só o transporte ferroviário assegura ultrapassar os constrangimentos decorrentes da pressão do transporte individual ou rodoviário coletivo na entrada da cidade… os oestinos sabem do que falo…
O transporte ferroviário deixa uma pegada ambiental bem mais reduzida que o transporte rodoviário.
O PS tem um compromisso com os eleitores: modernizar a Linha do Oeste e tudo fará para que esta linha cumpra a sua função de ligação eficaz à cidade e de ligação às vias do norte do país.
Por isso temos feito sucessivas perguntas ao governo, destacando as audições no âmbito do debate orçamental. Realizámos uma iniciativa em 19 de julho de 2018 – o comboio foi anulado mas a iniciativa manteve-se… - que se destinou a sensibilizar mais uma vez o governo para a necessidade de acelerar a realização dos projetos já calendarizados.
Esta linha, depois de anos de paralisia e de ineficiência tem de tornar-se um meio de transporte rápido, eficaz e responder às necessidades dos cidadãos, das famílias e das empresas da região do oeste, alternativa ao transporte individual ou ao transporte coletivo rodoviário.
É necessária uma nova ligação a sul (Malveira/Gare do Oriente). Estas duas novas ligações irão beneficiar todo o modelo de transporte quer ao nível de passageiros, quer ao nível de mercadorias.
É necessário que se proceda à modernização dos sistemas de sinalização e telecomunicações para garantir uma maior segurança a todos os utentes.
Acresce que, é fundamental uma renovação do material circulante, que esperamos seja rapidamente reforçado com as unidades diesel que serão libertadas com a eletrificação dos troços Caíde/Marco na linha do Douro e Nine/Viana na linha do Minho. Ou ainda com a entrega à CP das duas unidades, das quatro alugadas à Renfe que ainda não estão a circular, entre julho e setembro próximos, permitindo reforçar o parque de material da linha do Oeste.
Só assim, a Linha do Oeste pode garantir uma melhoria efetiva na qualidade do serviço, tornando-a numa verdadeira alternativa à utilização do veículo automóvel ou do transporte rodoviário.
Por último, é essencial a elaboração do estudo sobre a ligação à linha do Norte por forma a garantir a sua inclusão no próximo quadro de financiamento comunitário – Portugal 2030.
Dito isto: nenhum governo investiu tanto em ferrovia como este!

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