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Sociedade
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Alunos das Caldas juntaram-se à greve mundial pelo clima

Mais de 200 alunos caldenses marcharam nas ruas da cidade em defesa do planeta. A greve às aulas pelo clima, inspirada por Greta Thunberg, chegou pela primeira vez a Caldas da Rainha. Aos estudantes juntaram-se alguns professores e responsáveis pelas associações ambientalistas. Quanto às faltas, os diretores dos Agrupamentos de Escolas das Caldas disseram que são justificadas com documento dos pais a dizer que autorizaram os jovens a participar na manifestação. A próxima greve ficou agendada para 27 de setembro.

31-05-2019 |

Mais de 200 alunos do ensino básico e secundário juntaram-se na manhã da passada sexta-feira junto à Praça de Touros, naquela que foi a primeira greve climática estudantil realizada nas Caldas da Rainha.
Mobilizados por um movimento criado nas redes sociais liderado por alguns jovens da Associação de Estudantes da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, os estudantes caldenses aderiram à greve climática estudantil que se realiza em mais de cem países. Muitos dos organizadores deste protesto participaram na primeira greve estudantil pelo clima em Portugal realizada a 15 de março, em Lisboa. O grupo quis trazer o protesto para as Caldas para que os alunos mais novos que não podem deslocar-se a Lisboa pudessem participar e também para sensibilizar os autarcas locais para que “façam alguma coisa para salvar o planeta”. “Queremos mobilizar as pessoas para criar contatos nas diferentes escolas, de maneira a que os estudantes se desloquem, para termos um movimento mais concentrado e visível nas três cidades", referiu Matilde, destacando que não está descartada a hipótese de se mobilizarem grupos em mais cidades.
Pelas 10h da manhã os protestantes, a maioria estudantes, chegavam em grupos com cartazes.
Aos estudantes juntaram-se alguns responsáveis pelas associações ambientalistas e pessoas preocupadas com a crise climática e conscientes de que o futuro dos seus filhos está em risco.
Num ambiente pacífico, mas elétrico, a marcha iniciou pelas 11h, onde os alunos caldenses a empunharem os cartazes gritaram frases de ordem como “o futuro somos nós, ouçam a nossa voz” e “estudantes unidos, jamais serão vencidos”.
Pelo caminho (Praça da Fruta, Rua das Montras, Avenida 1º de Maio e Praça 25 de Abril) até à porta da Câmara das Caldas, alguns deram voz a “Grândola Vila Morena”.
Agentes da PSP das Caldas zelaram pela segurança dos jovens, controlando o trânsito nas ruas onde os alunos passaram.
As faltas dos alunos caldenses que participaram na greve estudantil em defesa do clima serão justificadas aos que apresentarem autorização dos encarregados de educação, segundo os diretores escolares.
Um grupo de cerca de 100 alunos da Escola D. João II, do 5ºano ao 9 º ano, participou na iniciativa. Recorde-se que os alunos do 5º ao 9º ano desta escola fizeram a 15 de março na escola uma ação de sensibilização pela defesa do planeta.
Desta vez decidiram faltar às aulas e juntarem-se aos outros estudantes. As alunas que despoletaram a ação na escola organizaram-se e foram às turmas falar sobre esta greve e prepararam as autorizações para os pais. Fizeram os cartazes com papelão reciclado e no dia 24, todos que tinham a autorização dos encarregados de educação foram em grupo para a manifestação. “Tendo em conta que foram autorizados e uma vez que é uma atividade pelo ambiente, irão ter a falta justificada”, disse a professora Maria Alexandre Rebola. A docente marcou presença no protesto porque apoia a causa dos alunos.
Conscientes de que não há um “planeta B”, os alunos foram recebidos na Câmara pelo presidente, vice-presidente e pela vereadora responsável pelo pelouro da educação e ambiente. “É com simpatia que vimos esta iniciativa dos estudantes à semelhança do que está a acontecer um pouco por todo o país”, disse Tinta Ferreira, revelando que “a autarquia tem um conjunto de ações e propusemo-nos a cumprir um conjunto de metas ligadas à eficiência energética para a substituição da iluminação pública por lâmpadas led, valorizar a Lagoa de Óbidos e Paul de Tornada”. “Acima de nós está o país e é preciso que esta mensagem chegue aos nossos governantes”, adiantou o presidente, considerando que o país “está em consenso que é necessário seguir estas metas para ajudar a salvar o planeta”.
“As alterações climáticas vão agravar-se com catástrofes naturais, como incêndios, secas, ciclones, inundações e o objetivo é sensibilizar o Governo e neste caso também os autarcas, para que se esforcem em ações que reduzam as emissões de dióxido de carbono”, disse Andreia Galvão, uma das organizadoras do protesto, no final da manifestação.
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