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Economia, Caldas da Rainha
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Novos horários na Linha do Oeste “vão empurrar utentes para o transporte rodoviário”

“Os horários dos comboios da Linha do Oeste que a CP se prepara para pôr em vigor a partir do dia 5 de Agosto e a que o governo, através do Ministério do Planeamento e Infraestruturas, deu aval, irão contribuir decisivamente para que o número de passageiros neste eixo ferroviário diminua significativamente, porque são só para “turista ver” e porventura utilizar, se não se verificarem supressões por falta de composições”, denuncia a Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste.

18-07-2018 |

“Depois de uma primeira tentativa em junho passado, de imediato repudiada por esta comissão e pelos utentes, o Governo e a CP insistem em afastar passageiros da Linha do Oeste, com estes novos horários, com uma versão muito idêntica à anterior, em que os comboios interregionais, entre Caldas da Rainha e Coimbra, são totalmente suprimidos, em que as ligações a norte das Caldas da Rainha são particularmente afetadas, num e noutro sentido, para quem precisa do comboio para se deslocar para o emprego ou para estudar, e em que os dois primeiros comboios, da parte da manhã, no sentido de Lisboa, passarão a ter um intervalo entre si de quase seis horas”, refere.
Segundo a comissão, “a CP reduz o número de composições a diesel e a utilização das mesmas, encurtando o percurso feito, já que para norte, só irão até à estação da Amieira, onde os passageiros terão de fazer transbordo para outro comboio, em direção a Coimbra ou em direção às Caldas da Rainha, e o tempo gasto na viagem aumentará mais de uma dezena de minutos, para além do incómodo de mais um transbordo”.
Por outro lado, “as alterações dos horários que a CP quer impor não irão evitar a supressão de ligações, porque continuará a existir falta de material circulante para compensar avarias e manutenções”. “O Governo e a CP, ao invés de tomarem medidas imediatas para repor o material circulante em falta, assegurando a viabilidade da Linha, com elevada procura por parte dos passageiros, “resolvem” o problema afastando os utentes que, serão obrigados a encontrar alternativas de transporte”, sustenta a comissão.
A Comissão Para a Defesa da Linha do Oeste considera que os novos horários “não servem os utentes e empurrarão muitos utentes para o transporte rodoviário coletivo de passageiros”.
Face a esta situação, apela ao reforço da mobilização de utentes e de todos os que defendem a Linha do Oeste, para a participação na concentração que se realiza no próximo dia 26, pelas 11h, junto ao Ministério do Planeamento e Infraestruturas, em Lisboa.
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