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Óbidos
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Surto de moscas obriga a medidas sobre exploração de perus

A exploração de perus da Sociedade Avícola da Avarela, apontada pela Câmara Municipal de Óbidos, como a causadora da praga de moscas no concelho, vai continuar a funcionar mas terá de encerrar cinco pavilhões não licenciados, ficando apenas com licença ambiental e licença de exploração para doze pavilhões, e tem de haver um vazio sanitário entre as mudanças de bandos de aves num período de quatro semanas.

25-07-2018 | Francisco Gomes

Casas têm sido invadidas por moscas
Casas têm sido invadidas por moscas
Está proibida a entrada de novos perus (repovoamento) enquanto houver larvas na exploração e os efluentes serão tratados como resíduos e, como tal, terão de ser encaminhados para central própria e não poderão ser usados para valorização agrícola.
“Espera-se que estas medidas venham terminar com os surtos de moscas que o concelho de Óbidos tem sido alvo nos últimos anos”, manifestou a autarquia.
Estas medidas foram tomadas após uma reunião para analisar o problema, realizada no dia 17 de julho, no Ministério do Ambiente, em Lisboa. Este encontro juntou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT), a Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo (DRAPLVT), Agência Portuguesa do Ambiente, a Secretaria de Estado do Ambiente e a Câmara Municipal de Óbidos.
“Na última inspeção, realizada no passado dia 13, na exploração Sociedade Avícola da Avarela, apesar de se ter verificado o incumprimento grave das medidas impostas pela DRAPLVT, esta mesma entidade – licenciadora e fiscalizadora desta atividade – não implementou as medidas de suspensão ou encerramento da atividade previstas na lei”, revelou a autarquia, que face a este cenário, quatro dias depois conseguiu que fossem tomadas as medidas referidas.
A Câmara anunciou que vai interpor uma ação judicial contra a exploração avícola pelos “danos causados na marca Óbidos e a toda a atividade económica local e nas suas populações”. Não exclui ainda a hipótese de intentar uma ação judicial contra os organismos estatais que, “por omissão ou obrigação, não tomaram as decisões previstas pela Lei, uma vez que a DRAPLVT excluiu, na reunião, o cumprimento das medidas impostas pelo Decreto-Lei n.º 81/2013, de 14 de Junho”.
“Ficou igualmente clara para todas as entidades presentes na reunião que a Assembleia Municipal de Óbidos recusou o reconhecimento de interesse público para a ampliação daquela exploração avícola”, indicou.
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