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Funcionárias de central fruteira intoxicadas

14 trabalhadoras de uma central fruteira no Bombarral queixaram-se de alergias e intoxicações na sequência de obras que estavam a ser feitas nas instalações e tiveram de receber assistência hospitalar.

02-06-2019 | Francisco Gomes

Laboração da empresa foi retomada após ventilação e medição de produtos tóxicos
Laboração da empresa foi retomada após ventilação e medição de produtos tóxicos
Decorriam obras no interior do escritório da central fruteira Melro, situada na aldeia do Sanguinhal, quando ao princípio da manhã do passado sábado começaram a aparecer os primeiros sintomas numa das funcionárias da zona de embalamento - dificuldade respiratória – que se supôs estarem relacionados com os trabalhos efetuados e que causaram pó e partículas que poderão estar na origem do problema, que alastrou a outras trabalhadoras.
“Apresentavam náuseas, vómitos e mal-estar”, relatou Vasco Antunes, segundo comandante dos bombeiros do Bombarral.
Os soldados da paz prestaram os primeiros socorros, complementados pela equipa da viatura médica de emergência e reanimação das Caldas da Rainha.
“Fez-se rastreio, foram avaliadas e receberam oxigénio”, apontou o responsável dos bombeiros.
Das 14 funcionárias, com idades entre 20 e 50 anos, 13, consideradas como tendo ferimentos leves, foram levadas para o hospital das Caldas da Rainha por precaução pelas corporações de bombeiros do Bombarral, Óbidos e Cadaval, que mobilizaram para o local 28 operacionais e 13 viaturas.
Apesar desta situação, a empresa pôde retomar a laboração. “Fizemos ventilação à fábrica e ficou arejada. Fomos medir se tinha produtos tóxicos e já não tinha”, referiu Vasco Antunes.
Fonte da empresa contatada confirmou que a central fruteira voltou ao trabalho por não haver risco de mais queixas de alergia ou de intoxicação. A situação ia ser averiguada pela Autoridade para as Condições do Trabalho.
Quanto às funcionárias afetadas, após descanso puderam ser reintegradas no ritmo normal de funcionamento.
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