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Óbidos
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Câmara de Óbidos considera excessiva permissão de 4500 banhistas no Bom Sucesso

A Câmara de Óbidos considera excessivo o potencial de ocupação definido pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para a praia do Bom Sucesso e vai pedir que o número de 4500 banhistas seja reduzido.

01-06-2020 |

Areal não tem capacidade para 4500 banhistas em simultâneo, sustenta a Câmara
Areal não tem capacidade para 4500 banhistas em simultâneo, sustenta a Câmara
O presidente da Câmara, Humberto Marques, disse à agência Lusa que “a aberta [canal que liga a Lagoa de Óbidos ao mar] se deslocou muito para sul, retirando profundidade ao areal” com cerca de 500 metros, pelo que “para manter as distâncias de segurança, a ocupação terá de ser mais reduzida”.
Nesse sentido, o autarca solicitou já à APA que “o valor definido seja afinado”. A Câmara concorda com os valores definidos de 1600 pessoas para a praia D’El Rei e de 300 pessoas para a praia do Cortiço.
A época balnear no concelho de Óbidos, que deveria iniciar-se em meados de junho, foi adiada para o período entre 27 de junho e 15 de setembro, devido às medidas de contenção da pandemia de Covid-19.
Das três praias, o Bom Sucesso é a única não concessionada, sendo que “o executivo optou por ser a própria câmara a garantir a vigilância, assegurando a presença de dois nadadores-salvadores”, explicou o autarca.
Humberto Marques disse ainda já ter informado o Ministério do Ambiente de que “a câmara não dispõe de meios tecnológicos para controlar o número de pessoas nas praias”, solicitando “a cooperação do Estado e da APA na colocação de um sistema de contagem”.
De acordo com o autarca, a verificação do cumprimento das normas de utilização das praias do concelho será feita através de elementos da Capitania do Porto de Peniche, da GNR e da proteção civil municipal, mas “é preciso um reforço dos meios tecnológicos e humanos para garantir a segurança”.
Em comunicado, a APA considera a definição das capacidades “um importante auxiliar para a gestão e utilização segura das praias, pois é a partir destes valores que pode ser dada informação – ao cidadão e às autoridades – de modo a direcionar os devidos comportamentos, de uma forma responsável”.
A divulgação feita da capacidade das praias em contexto da pandemia da Covid-19 integra “uma consulta informal, logo vai sofrer alterações com base nos contributos recebidos”, tratando-se de “um documento em mutação”, disse à agência Lusa o Ministério do Ambiente e da Ação Climática, que tutela a APA.
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