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Opinião
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Escaparate

A criação do Museu do Desporto Caldense

Caldas da Rainha possui uma crónica desportiva, com algum peso, no cenário português, porém, não desfruta de nenhum local que preserve a sua memória nesse âmbito.

04-07-2018 |

A autarquia local, para ajudar a alavancar o turismo e para a proteção da história da região, deveria considerar a instituição de um Museu do Desporto.
Explanar sobre o desporto caldense é manifestar, em palavras, sobre todo o empenho, toda a competência e toda a devoção dos atletas, simpatizantes e técnicos das modalidades praticadas nas Caldas da Rainha, desde antigas épocas.
Imaginemos quantos são os que possuem documentos e objetos relacionados ao desporto praticado nesta cidade.
Por onde param as camisolas, troféus, galhardetes e fotografias dos atletas do basquete, do volley, do futsal, de tempos remotos? Onde estão as botas de futebol do sr. António Pedro (aquando da permanência do Caldas Sport Clube no principal escalão do futebol português)? Onde estão os troféus dos extintos Futebol Clube das Caldas (fundado em 3 de novembro de 1957) e Clube de Futebol Bairronovense (fundado em maio de 1950 e filial do Belenenses)?
Ter um local que abrigue, e exiba, as reminiscências do desporto caldense é respeitar a memória de todos os atletas, técnicos e dirigentes que tanto contribuíram para a propagação do espírito desportivo do concelho. Além disso, o Museu do Desporto Caldense permitirá ao visitante conhecer e entender muito do que foi (e é) a atividade desportiva local, e de como este concelho forjou alguns valores que se destacaram no cenário nacional, permitindo, até, que se conheça qual o impacto do desporto na vida das pessoas em geral. As mesmas que deveriam estar preocupadas em preservar a história e a memória dos locais onde nasceram ou vivem, apoiando o resguardo dos registos que construíram a identidade, o conhecimento e o desenvolvimento da sociedade em que se inserem.
Infelizmente, em todo o mundo, percebe-se o quanto a política (e a ganância pelo poder e pela riqueza) legou à cultura um lugar nitidamente medíocre entre as preferências da urbanidade. O problema é que, sem uma tradição cultural elevada, sem a preservação da memória e da história, e sem um completo exercício de cidadania, nenhuma urbe se pode salientar, ao ponto de ter reputação global, ficando na história perpetuamente, e por bons motivos.
O Museu do Desporto Caldense deve ser um centro de informação, educação e cultura, um lugar onde se possa viver o fascínio frente à descoberta, numa quase reflexão com os tempos antigos.
Um local onde se dará a conhecer o Património legado pelos atletas e dirigentes caldenses, representando, inclusive, um novo olhar para as atividades desportivas em geral, testemunhos firmados para as gerações vindouras. Uma casa interativa, inovadora, lúdica e educativa, onde a afirmação mais importante a ser feita seria: Um lugar de homenagem, de vivências e de encontros, que contribui para o equilíbrio de oportunidades na promoção do conhecimento social, técnico, científico e cultural!

Rui Calisto
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