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Cultura, Caldas da Rainha
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Confraria do Príapo expõe algumas “malandrices” na Casa dos Barcos

Após o primeiro evento social, intitulado “Falo vai à Toca”, a nova direção da Confraria do Príapo decidiu promover uma exposição com algumas das “Malandrices e Melindrices” que a associação dispõe, na Casa dos Barcos, no Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha. Esta mostra, que está patente até 23 de fevereiro, insere-se nas celebrações do décimo aniversário da Confraria do Priapo.

06-02-2019 | Mariana Martinho

A exposição está patente até ao dia 23 de fevereiro
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A exposição está patente até ao dia 23 de fevereiro
Além das “Malandrices e Melindrices” em pintura ou cerâmica, que fazem parte do património da confraria, a mostra também dá a conhecer um conjunto de fotografias de Zica Capristano, que resultaram de recolhas e investigações que fez nas diversas viagens à volta do mundo.
A mostra conta ainda com uma pintura, o “Cogumelo Divino” e uma instalação, ”A Vergonha”, feitas pela jovem de Alcobaça, Cheila Peças, que é licenciada em artes plásticas. Ambas fazem referência ao falo.
De acordo com Maria Dulce Horta, presidente do Conselho Diretivo da Confraria do Príapo, “como estamos a comemorar os dez anos de existência, e gostaríamos muito que este décimo aniversário ficasse na memória de todos os caldenses, decidimos promover várias atividades, como esta exposição”, apesar de não conter todo o espólio da associação, ficando o resto para “outra oportunidade”.
A ideia, segundo a presidente da Confraria, “é continuar a defender, valorizar e promover, com identidade própria, a cerâmica erótica de Caldas da Rainha” e “elevar o falo a tradição”. Como confrade, a responsável sublinha que vai fazer “todos os possíveis para elevar esta arte fálica, que é uma das malandrices da cidade” e tentar acabar “com aquelas melindrices”.
Ainda no âmbito dos dez anos, a confraria vai promover um “conjunto de malandrices”, no início de maio, e que “vai ser uma coisa muito engraçada”.
Na inauguração, o confrade e vice-presidente da Câmara das Caldas, Hugo Oliveira, relembrou que “a confraria esteve adormecida durante algum tempo mas agora ganhou um novo ânimo e vida”. Destacou ainda que “o falo é um produto endógeno das Caldas, com uma vertente mais paródica, mas que também deve ser mostrado e valorizado”.
O momento inaugural contou ainda com a atuação do contratenor João Paulo Peças e um beberete.
A exposição está aberta todos os dias, entre as 14h00 e as 17h00.
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