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Sporting Clube das Caldas

Subida de escalão do ténis de mesa envolta em polémica

A equipa sénior de ténis de mesa do Sporting Clube das Caldas (SCC) não vai disputar à 2ª divisão de honra na próxima época, a que tinha direito, depois de ser sido este ano vice-campeã da 2ª divisão. A situação motivou polémica e troca de acusações entre o treinador da equipa, Fernando Braz, e a direção do clube.

11-07-2018 | Francisco Gomes

SCC foi vice-campeão nacional da 2ª divisão e iria subir de escalão
SCC foi vice-campeão nacional da 2ª divisão e iria subir de escalão
O técnico relatou que o SCC não se vai inscrever “deitando para o lixo um trabalho de dois anos consecutivos, de sacrifício, de horas perdidas nos pavilhões, de muitas vitórias e felizmente muito poucas derrotas, apenas quatro em duas épocas desportivas”.
“Parece que não houve muita vontade de alguém que o projeto tivesse continuação. É pena porque o ténis de mesa nas Caldas sempre foi uma modalidade bastante acarinhada. Tenho pena pelo investimento feito nestes dois últimos anos ter sido desperdiçado, tenho pena por haver uma direção que tenha medo de assumir metas mais ambiciosas e tenho sobretudo pena de haver amigos e amantes da modalidade que fiquem arredados de assistir ao vivo a jogos de ténis de mesa, tenho pena que uma cidade que tem a melhor sala do país e que tanto deu ao desporto dê um passo atrás na modalidade”, declarou Fernando Braz.
“Agradeço aos jogadores João Tenente, José Moura, José Viegas, Pedro Libório, Gabriel Fernandes, Filipe Guia, Prisciliano Ferreira, e ao diretor Carlos Custódio, pelas alegrias, ao Ricardo Madruga pelo esforço que fez já como ex-presidente para que o projeto ainda fosse levado avante, e pelo sempre fiel apoio enquanto presidente. É pena que não tenha havido um esforço conjunto de entidades responsáveis para conseguirmos um orçamento viável e a minha pena é mesmo essa. Alguém fez mal o seu papel e é mais fácil deixar cair do que tentar reunir esforços para manter um trabalho de dois anos de pé”, manifestou.
“Eu não acredito que não se reunissem patrocinadores que dessem aval ao projeto. Eu sei que não houve vontade de alguém e que quando as pessoas pensam que é mais importante reunir forças para as tasquinhas e demais afins não desportivos, do que fazer um esforço para manter uma equipa em competição, realmente não há nada a fazer. Eu por mim cheguei ao fim da linha”, concluiu.
A direção do clube desmentiu estas afirmações, declarando que “não é verdade que seja por falta de verbas que o ténis de mesa tenha acabado, não é verdade que esta direção não tenha apoiado ou sequer tentado todos os esforços no sentido da continuidade da modalidade, não é verdade que o Município não tenha apoiado a modalidade, bem pelo contrário”.
Segundo a direção, “o SCC ao conseguir a subida à divisão de honra, viu-se confrontado com a indisponibilidade da quase totalidade dos atletas em disputar esta divisão da modalidade, muito mais forte e competitiva, e principalmente à impossibilidade dos atletas jogarem em simultâneo no lazer”.
“Foram contactados diversos atletas nacionais e inclusive alguns estrangeiros, contudo, para um projeto credível e consistente não estavam reunidas as condições. Ter atletas a treinar em Lisboa para vir jogar aos fins-de-semana e não ter ninguém a treinar em Caldas da Rainha é um projeto de futuro? Pagar verbas avultadas a três ou quatro atletas de fora das Caldas é sustentável? Ter um atleta estrangeiro nas Caldas sem projeto de formação existente e sem atletas seniores para treinar é de futuro?”, questionou a direção.
“Todas as hipóteses foram ponderadas e discutidas. Face a esta situação, nada mais nos resta do que terminar este ciclo bonito e dar um passo atrás na expectativa de, mais tarde, poder dar dois à frente”, declarou, anunciando que continua a “efetuar esforços no sentido de manter o ténis de mesa ‘vivo’ na cidade através da formação”.
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