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“Mundus” da Adega da Vermelha com mais prestígio no exterior

Conhecida por ser uma grande referência na região, bem como no país, no setor da produção vinícola, a Adega Cooperativa da Vermelha, continua a somar pontos nos variadíssimos concursos nacionais e internacionais, com o “Mundus”.

08-08-2018 | Mariana Martinho

Rui Manuel Soares, presidente da Adega Cooperativa da Vermelha
Rui Manuel Soares, presidente da Adega Cooperativa da Vermelha
Além do prestígio dos vinhos brancos e rosés leves, a cooperativa vinícola destacou-se também nos vinhos tintos, tendo conquistando este ano duas medalhas de Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas e de Itália.
Ao longo dos anos também tem crescido, quer em termos de capacidade de vendas, quer no setor da exportação, estando presente em mais de 20 países. A Adega pretende ainda este ano, terminar as obras na nova loja com showroom onde os visitantes poderão comprar vinhos e produtos regionais. 

Os vinhos Mundus continuam a marcar pontos pela sua qualidade e excelência. Prova disso é a constante conquista de prémios internacionais, o que já aconteceu este ano, em Bruxelas e Itália, tendo sido prestigiado em ambos os concursos com medalhas de Ouro. Outro concurso em que também marcaram presença foi o IWSC International Wine & Spirit Competition, em que obtiveram uma medalha de Prata e duas de Bronze, com um Munditus Regional Reserva tinto 2015 e um Mundus regional Branco Leve Selecionado 2015.
Em Portugal foi atribuída à marca uma medalha de Ouro, no Concurso Vinhos de Lisboa ao Mundus Alicante Bouschet tinto 2015 e o Prémio Uva de Ouro (Melhor da Região de Lisboa), com o Mundus Regional Rosé Leve. Por tudo isto, o responsável pelo departamento financeiro e comercial da adega, Nuno Rodrigues, afirmou que ”Mundus é muito mais do que um simples vinho leve. É uma marca que vende desde o vinho mais barato para entrada até aos vinhos mais caros, como os espumantes e as aguardentes”.
Além dos vários prémios adquiridos, o Mundus é também “responsável por escoar mais de metade da produção da adega”.
A cooperativa exporta “praticamente para o mundo inteiro”, mas com maior destaque nos mercados da Ásia (China e Macau), Europa (Rússia e Polónia), África (todos os países de língua oficial portuguesa) e América (EUA e Brasil). Além destes mercados, a adega decidiu este ano começar apostar “num novo mercado, o australiano”.
Para Nuno Rodrigues, “estes são os mercados mais rentáveis para vender os nossos vinhos”.

“Este ano a nutrição das uvas é um pouco diferente”

No que diz respeito à produtividade, o responsável sublinhou que “estamos perante uma possibilidade de campanha um bocadinho diferente”, em comparação ao ano anterior. Ou seja, “será um ano, não muito acentuado mas com uma mais-valia na rentabilidade do negócio”.
Já o agrónomo, Bernardo Rosa explicou que mesmo com as alterações climáticas durante a “altura chave”, ou seja, no momento da floração, prevê-se “uma boa produção”, atingindo os mesmos níveis do ano passado. Igualmente referiu que o clima fresco, sentido durante o mês de julho acabou por provocar nesta fase “alguma redução de grau, produzindo menos açúcar nas uvas”. Contudo sublinhou que “cada ano é um ano, e que a mudança de temperatura está a ter influência na produção”.
Este ano, segundo Nuno Rodrigues será “um ano equilibrado, com uma grande perspetiva, em relação a algumas novidades, que vamos ter aqui na adega”.
Já Catarina Siopa do departamento de Qualidade e Segurança Alimentar frisou que ao nível da certificação este será também um ano importante.

Novidades para o final do ano

A adega também tem procurado todos os anos inovar a marca com novos produtos. Para este ano prevê lançar um “espumante diferenciado daquele que já temos”, bem como apostar nos vinhos de colheita tardia, mas “sempre usando o MUNDUS como nossa marca principal”.
Igualmente sublinhou que este é um ano de “alguns investimentos importantes, não só ao nível da produção, mas essencialmente ao nível de promoção e de imagem”.
No showroom, a Adega Cooperativa pretende colocar à venda os seus produtos, realizar lançamentos e provas de vinhos, e ainda se possível, integrar a “Rota da Vinha e do Vinho do Oeste”.
Quanto ao futuro, a cooperativa pretende realizar visitas guiadas ao espaço e continuar a modernizar a vinificação.
Por tudo isto, Nuno Rodrigues afirmou que “adega está no caminho certo para dar um passo a cima, com a questão dos novos produtos e a tentativa de alcançar os novos mercados”.
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