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Escolhas do Editor, Cultura, Caldas da Rainha
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Lançamento organizado pelo Jornal das Caldas/Rádio Mais Oeste

Ana Kandsmar apresenta “A Lenda do Havn”

A escritora Ana Kandsmar, natural do Cadaval e residente nas Caldas da Rainha, lançou o seu segundo livro no passado domingo, no café concerto Tons, Sons e Sabores do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, numa sessão organizada pelo Jornal das Caldas e Rádio Mais Oeste, com a colaboração de Hélia Arte Floral.

06-06-2018 |

Na mesa, Helena Mineiro, Paulo Caiado, Ana Kandsmar e Francisco Gomes
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Na mesa, Helena Mineiro, Paulo Caiado, Ana Kandsmar e Francisco Gomes
“A Lenda do Havn Ou de um amor que (se) perdeu (n)o norte” é a nova publicação, depois de “A Guardiã - O Livro de Jade do Céu”, datada de 2015 e também apresentada pelo Jornal das Caldas.
Ana Cristina Gaspar Pinto (o nome verdadeiro da escritora) escrevia a saga de “A Guardiã” quando resolveu a meio congelar esta edição para dar prioridade a ”A Lenda do Havn”.
A escritora conta que anda sempre acompanhada de um bloco de notas ou de um gravador para guardar a inspiração que é despertada a qualquer momento e onde quer que esteja, inclusive a que hora for. Não se importa de “acordar às três ou quatro da manhã” com ideias para desenvolver.
Este seu novo livro é um romance que implicou fazer pesquisas para o conteúdo que não é ficcionado e que se relaciona com a história mundial.
Sofia, esposa de Samuel, oficial da marinha inglesa, vivia em 1914, um amor intenso num lugar idílico. Entre o amor pelo marido e pelo belo solar onde vive, há ainda espaço para outras paixões: A escrita e a pintura. Mas a Primeira Grande Guerra alterou profundamente a sua história. Um bombardeamento rouba-lhe o que mais ama e deixa-a completamente cega.
Em 2017, Gonçalo é um jornalista que escreve um livro a partir dos relatos de uma mulher que vive num asilo para cegos. Ela tem um admirável talento para a pintura. Será que regista nos desenhos o que os seus olhos um dia guardaram e o coração ainda sente, ou as paisagens verdejantes do Havn são apenas fruto da sua imaginação?
Desde o horror da guerra aos dias felizes, o mural que ela vai pintando, conta uma história que tem tanto de fascinante quanto de inacreditável. Quem será Sofia, afinal? A esposa do almirante inglês no início do séc. XX que fantasia o futuro, ou a cega do século XXI que relembra o passado?
Este é um romance que marca o primeiro centenário do fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), numa viagem entre a Grã-Bretanha do século XX e Portugal do século XXI.

“Escrita de extrema qualidade”

A apresentação da escritora esteve a cargo do chefe de redação do Jornal das Caldas, Francisco Gomes, que descreveu a vida profissional e literária de Ana Kansdmar. Revelou também que ela “fartou-se de chorar ao escrever este livro, porque o vivenciou como real”.
Paulo Caiado, gestor de empresas, consultor e autor do livro “Um Momento Meu”, falou sobre a nova obra e sobre a escritora disse que “criamos um elo de empatia com o que ela escreve”, apontando que ela cria “a sensação de estarmos a viver a vida do autor em tempo real”.
Helena Mineiro, das Edições Mahatma, explicou a aposta na escritora: “Há muita gente a escrever, mas não há muita gente a escrever bem”. Considerou que apresenta uma “escrita de extrema qualidade” e que a melhor homenagem que se pode fazer é ler o que ela escreve, “para que a sua obra seja reconhecida”.
Ana Kandsmar explicou o seu método de trabalho e a “grande preocupação com a forma das frases e a sua estética”.

Escritora e jornalista

Ana Kandsmar nasceu na aldeia de Barreiras, no Cadaval, há 47 anos. Viveu dois anos da adolescência no Luxemburgo, depois em Lisboa, até instalar-se definitivamente nas Caldas da Rainha, quando tinha 17 anos.
Aos 19 entrou no mundo radiofónico, quer como jornalista quer como locutora, e começa um percurso pela imprensa escrita, tendo colaborado, entre outros, com o Jornal das Caldas. Atualmente é jornalista do Região Oeste, do Bombarral, e copywriter (escreve textos para sites, sobretudo de turismo e imobiliário).
Quanto à sua incursão no mundo literário, desenvolveu o gosto pela leitura desde pequena. Aos 14 anos escreve para o DN Jovem, uma iniciativa do Diário de Notícias que foi por mais de duas décadas uma rampa de lançamento para jornalistas, escritores, fotógrafos e ilustradores, assumindo-se como um dos principais veículos de publicação para jovens talentos das letras nacionais.
Cristina Pinto guarda ainda muitos dos seus escritos desses tempos, mas só já adulta é que vê publicada a sua primeira obra. Foi “A Guardiã - O Livro de Jade do Céu”, ficção repleta de aventura, romance e suspense, que une a história, a religião e a ciência. Este livro teve o prefácio do escritor Luís Miguel Rocha, o autor do best-seller ‘’O Último Papa’’.
Teve uma nova edição em 2016, com a atual editora, a Edições Mahatma, com quem surgiu o seu pseudónimo Ana Kandsmar. “Kandsmar” é a palavra árabe de Gaspar, apelido do avô materno de Ana Cristina Gaspar Pinto, sendo assim uma homenagem da escritora ao seu familiar.
Ainda em 2015, participou com o conto "Kilimanjaro" numa antologia, e na blogosfera pode ser acompanhada no blogue de escrita criativa “A vida dá muitas vodkas” e no facebook qualquer post que faça com intuito de comentário ou reflexão desencadeia uma série de respostas.
Mentora do projecto literário Bee Dynamic Books, agência de divulgação de novos autores, afirma que escreve “por prazer, por paixão e por necessidade” (para se sentir viva). Lê muito, para se “evadir, construir e aprender”.
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