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Primeiro banho do ano na Foz do Arelho

O grupo Phoz Plage celebra 54 anos a jogar à bola no areal da praia da Foz do Arelho todos os domingos e feriados, tendo cumprido no dia de ano novo, altura em que também se reúne, a tradição de ir ao banho no mar depois da partida, culminando com bolo-rei e champanhe.

04-01-2019 | Francisco Gomes

Partida tem duas partes de 40 minutos
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Partida tem duas partes de 40 minutos

É uma prática que se renova todos os anos e desta vez após o desafio, cujo resultado acabou desequilibrado (5-1), o bom tempo permitiu uma agradável estreia nas águas da Foz em 2019.
Marco Custódio, presidente do grupo, lembrou que o objetivo é sempre “desfrutar do nosso sol e da nossa praia, jogar à bola, fazer exercício físico e conviver com os amigos, é isso que nos motiva e diverte”.
O dia de ano novo “é sempre especial porque fazemos o primeiro banho do ano e atrai muito mais gente, normalmente são 25 e tivemos agora cerca de 40”.
Nem todos estão em condições físicas para jogar, mas aparecem para confraternizar. Chegaram a estar presentes senhoras, mas desta vez isso não aconteceu. “Tento sempre incentivar a que quem joga traga colegas e senhoras. Jogar na praia é um desporto um bocado áspero e viril e isso afasta as senhoras”, reconheceu Marco Custódio.
Caneladas não faltam e há “mini quezílias, queixas momentâneas e tem de imperar o bom senso”. “No calor do momento há coisas que acontecem e que depois nos arrependemos, mas isso é o sal e a pimenta do jogo”, relatou.
Quem perde carrega as balizas, é a tradição. Às onze horas está sempre uma baliza montada, para que quem passe na praia permaneça. “É importante chegarem a horas”, sublinhou Marco Custódio. “Mesmo quando está mau tempo e chuva e não se pode jogar, bebe-se um cafezinho e confraternizamos”, adiantou.
O desafio tem duas partes de 40 minutos e “todas as pessoas são bem vindas”. “É de borla, a areia não magoa quando se cai e o grupo é espetacular”, referiu o dirigente phozplageano, que esclareceu que as equipas são formadas por escolha de dois elementos que se chegam à frente para definir os plantéis.

Luís Faustino, 48 anos, pasteleiro
“Já cá estou há uns vinte anos, sempre que posso venho aos domingos, gosto de vir, só não venho quando tenho trabalho. O ambiente é bom. Na peladinha há algumas exaltações de vez em quando mas depois esquece-se e fica tudo bem”

Simão Oliveira, 60 anos, empresário
“Há quase 40 anos que estou neste grupo, o que me motiva é a camaradagem, é como se fosse família. A malta é porreira. O que interessa é que ninguém se aleije a jogar e hoje a água estava espetacular para ir ao banho depois da partida”

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