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Sociedade
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Descarga poluiu Rio Sujo e moradores chamaram PSP

A Comissão Cívica da Proteção das Linhas de Água e Ambiente nas Caldas da Rainha denunciou a descarga de esgotos domésticos no Rio Sujo, na cidade junto a uma área residencial e comercial. Em resposta ao JORNAL DAS CALDAS, os SMAS - Serviços Municipalizados da Câmara Municipal das Caldas garantem que a descarga “não continua e a situação está completamente regularizada”.

05-06-2019 | Marlene Sousa

A Comissão Cívica da Proteção das Linhas de Água e Ambiente denunciou a descarga de esgotos domésticos no “Rio Sujo”
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A Comissão Cívica da Proteção das Linhas de Água e Ambiente denunciou a descarga de esgotos domésticos no “Rio Sujo”
A Comissão Cívica da Proteção das Linhas de Água e Ambiente, nas Caldas da Rainha, denunciou na passada quarta-feira, em conferência de imprensa, “uma descarga de esgotos domésticos no Rio Sujo, junto a uma área residencial e comercial (supermercado “Intermarché), que causou também a poluição do “Rio da Cal” nas Águas Santas, em que as duas linhas de água se juntam.
Vítor Dinis, porta-voz da Comissão Cívica, disse que a situação esteve na origem de “uma queixa das pessoas que habitam junto ao Rio Sujo e no Bairro das Águas Santas”. Devido ao cheiro repugnante e insuportável os moradores chamaram ao local a PSP, que registou a ocorrência.
O porta-voz revelou ainda que após a queixa dos moradores deu conhecimento ao presidente da Câmara, que garantiu que “ia averiguar a origem e resolver o problema”.
No dia da conferência de imprensa, Vítor Dinis disse que a água do Rio Sujo estava mais “limpa e sem aquele cheiro nauseabundo”. Porém, o porta-voz e António Peralta, também da comissão, revelaram que apesar das garantias da Câmara “o Rio Cal nas Águas Santas continua poluído na zona de confluência”, onde “a água corre negra e continua com um cheiro repugnante”.
Vítor Dinis mostrou-se preocupado uma vez que a água do Rio da Cal desagua na Lagoa.
Em resposta ao JORNAL DAS CALDAS, os SMAS esclareceram que “uma descarga pontual de esgotos para o rio foi originada por um entupimento no coletor municipal doméstico, no cruzamento entre a Rua Vitorino Fróis e a Rua Filintio Elísio”.
“Logo que os Serviços Municipalizados tomaram conhecimento da situação e não tendo sido detetado de imediato o problema, foi percorrido o coletor municipal doméstico pelo respetivo piquete dos SMAS em todas as caixas de visita no troço entre a Rua Vitorino Fróis e o Largo da Rainha, tendo sido detetado o entupimento referido”, adiantaram.
Segundo os SMAS, o problema foi detetado no final do dia 21 de maio e a situação ficou completamente regularizada no dia 24 de maio. “No final do dia 21 foi acionado para o local o veículo de limpeza e desobstrução de coletores para iniciar os trabalhos, bem como foram efetuadas ações de limpeza nos dias seguintes para remoção de areias e outros sólidos que estavam a causar obstrução no coletor doméstico originando assim a subida do nível no seu interior com consequente passagem/descarga para o coletor pluvial uma vez que este se encontra desnivelado a uma cota inferior”, explicaram os SMAS.
Os SMAS garantem que a descarga “não continua e a situação está completamente regularizada”. No entanto, a “continuação da água escura com o cheiro nauseante na junção dos rios e no Rio Cal” é devido ao “ocorrido e terem ficado acumulados no leito alguns sedimentos que conferem uma coloração mais escura e que poderá causar esse impacto visual”.
Quanto às garantias que a descarga de esgotos domésticos não volta a acontecer, os SMAS explicaram que “apesar de existir uma monitorização assídua da rede por parte dos operadores podem ocorrer situações pontuais de roturas, entupimentos, entre outros, que originem anomalias semelhantes, em qualquer sistema do género, em qualquer ponto do país”, estando no entanto “empenhados em que estas ocorram de forma mais esporádica possível”.
De modo a ter um controlo mais apertado da rede e uma monitorização mais contínua, os SMAS revelaram que “estão ainda a ser implementados sistemas de alerta que permitem em tempo real detetar descargas, nomeadamente em estações de tratamento, estações elevatórias de águas residuais e descarregadores de tempestade, permitindo assim uma atuação quase imediata por parte dos nossos serviços”.
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