Login  Recuperar
Password
  21 de Outubro de 2018
Estão utilizadores online Existem actualmente entidades no directório

Pode fazer o registo (grátis) do seu mail pessoal/ profissional e ter acesso privado, password e serviços personalizados, nos sites e redes sociais dos jornais. Terá uma assinatura digital de Grupo (gratuita), mas personalizada. Pretende registar-se?

Registar-se com o seu email pessoal/ profissional

(aguarde 5)
Siga a nossa página Google Plus Siga a nossa página Facebook Siga-nos no Twitter Siga-nos no Picasa Siga-nos no YouTube Dispositivos móveis Assine a edição impressa
Escolhas do Editor, Sociedade, Caldas da Rainha
Imprimir em PDF    Imprimir    Enviar por email   Diminuir fonte   Aumentar fonte

No concelho das Caldas há mais de 2 mil edifícios que precisam de ser reabilitados

Mais de 50 pessoas participaram no auditório da Câmara Municipal das Caldas na sessão de divulgação do Instrumento Financeiro de Reabilitação e Revitalização Urbana (IFRRU), que dispõe de 700 milhões de euros de dinheiro público mais 700 milhões através de quatro bancos, para incentivar entidades públicas e privadas, com ou sem fins lucrativos, a melhorarem a qualidade dos edifícios.

18-04-2018 | Marlene Sousa (texto) Tomás Coutinho (fotos)

Mais de 50 pessoas participaram em sessão de divulgação de apoios financeiros no auditório da Câmara
[+] Fotos
Mais de 50 pessoas participaram em sessão de divulgação de apoios financeiros no auditório da Câmara
Só no concelho das Caldas da Rainha e de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (censos 2011), há 2.232 edifícios “a necessitar de médias ou grandes intervenções” ou “muito degradados”.
Segundo alertou Dina Ferreira, vogal da comissão executiva do IFFRU 2020, “este número não corresponde aos edifícios especificamente identificados nas áreas elegíveis para o IFRRU 2020, dentro da Área de Reabilitação Urbana (ARU) definida pelo município das Caldas, sendo somente um número geral do INE para o concelho”. No país, imóveis que precisam de obras de remodelação ultrapassam o milhão.
De acordo com Dina Ferreira, houve nas Caldas da Rainha um pedido de financiamento formalizado de um particular para um investimento de um milhão de euros. Estão também dois projetos em preparação num investimento de 160 mil euros.
O vice-presidente da Câmara das Caldas, Hugo Oliveira, revelou que o Município das Caldas ainda não tem uma estimativa dos imóveis degradados no concelho dentro da ARU definida pela autarquia porque “encontra-se ainda a fazer esse levantamento”.
O autarca adiantou que “um particular que tenha um imóvel com trinta ou mais anos que esteja dentro da ARU na cidade ou na área urbana das freguesias pode recorrer a este instrumento financeiro para a sua reabilitação”. Referiu ainda que paralelamente há benefícios fiscais, como o IVA para 6% e a redução do IMI”.
O autarca disse que também andou “a fazer o levantamento dos edifícios mais degradados” e verificou que “há já muitos proprietários a reabilitar por dentro os edifícios”.
Hugo Oliveira salientou a diferença entre a reabilitação urbana e a regeneração urbana. “É importante perceber a diferença - a reabilitação urbana reabilita os edifícios e a regeneração urbana é a recuperação do espaço urbano e do espaço público”. Segundo o vice-presidente, “elas estão totalmente interligadas mas são dependentes naquilo que diz respeito ao financiamento por partes de fundos comunitários”.
Cientes que há proprietários com edifícios ou que receberam imóveis por herança e que não têm dinheiro para fazer obras, o autarca referiu que o Município está estudar um procedimento que permita à “Câmara acordar com os privados para poder fazer a obras de reabilitação”. Hugo Oliveira indicou que já houve algumas pessoas a comunicar que tinham vontade de reabilitar os edifícios mas que “não têm condições”, daí a autarquia estar “a trabalhar numa solução jurídica para o efeito”.
O autarca referiu que no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) foi feita uma candidatura para reabilitar um edifício junto na Rua Frei Jorge de São Paulo (junto ao Espaço Turismo) e o Pátio dos Burros (na Travessa da Cova da Onça), um espaço que foi adquirido pela Câmara e que futuramente vai permitir a exposição e venda da cerâmica contemporânea caldense.
Quanto ao IFRRU 2020, Hugo Oliveira disse que a autarquia não tem nenhum projeto previsto, mas que “apoia os privados para que possam concorrer e reabilitar os edifícios degradados no concelho das Caldas da Rainha”.
Para potenciar mais o investimento, o IFRRU 2020 reúne diversas fontes de financiamento, quer fundos europeus do Portugal 2020, quer fundos provenientes de outras entidades como o Banco Europeu de Investimento e o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, conjugando-os com fundos da banca comercial.
“Os interessados podem preparar o acesso ao financiamento, sendo exigidos apenas três passos: obtenção de parecer de enquadramento da operação pela Câmara Municipal, obtenção do certificado energético e preparação do pedido de financiamento a apresentar aos bancos selecionados", informou Maria Albuquerque, da Comissão Diretiva da Estrutura de Gestão do IFRRU 2020.
Tags:
COMENTÁRIOS
Deverá efectuar Login ou fazer o Registo (Grátis) para poder comentar esta notícia.
pub
Booking.com
Ciência & Tecnologia

A carregar, por favor aguarde.
A Carregar

    Notícias Institucionais

    A carregar, por favor aguarde.
    A Carregar