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União de freguesias responsabiliza cães à solta por morte de pavões no Parque

Cães que são levados pelos donos a passear à noite no Parque D. Carlos I estão a atacar algumas aves, que aparecem mortas, denunciou a União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório, que se tem ocupado da gestão do espaço verde.

11-07-2018 | Francisco Gomes

Três pavões adultos e quatro crias não sobreviveram ao ataque
Três pavões adultos e quatro crias não sobreviveram ao ataque
“O Parque D. Carlos I é um lindíssimo jardim, uma refrescante zona verde, uma das pérolas da nossa cidade. A sua localização permite que seja um espaço cheio de energia, cor e vida. Infelizmente o amanhecer do dia de hoje, trouxe-nos imagens de desilusão e tristeza. Na ilha, no centro do nosso lindo lago, três pavões adultos e quatro crias não sobreviveram ao ataque de alguns cães”, revelou a autarquia no passado dia 3.
A união de freguesias lembrou que “o artº 8, alínea G do capítulo III do Regulamento do Parque D. Carlos I, proíbe a circulação com animais sem que estes estejam devidamente açaimados ou presos por corrente ou trela, à excepção de cães-guia”. Contudo, algumas pessoas “optam por os passear à noite desrespeitando essa proibição, pondo em risco de vida as aves que habitam no nosso parque”.
“O Parque é património de todos os caldenses, a destruição da sua fauna atinge-nos e empobrece-nos a todos”, manifestou a junta.
O relato do caso na rede social Facebook suscitou o comentário de vários cibernautas. Um deles defendeu que o Parque devia ter um guarda. Outra disse que frequenta o Parque todos os dias pela manhã e constata “a falta de respeito da grande maioria das pessoas que estão com os seus animais”, apontando que “99% dos cães andam soltos” e quanto à limpeza do cocó “é um em mil que o faz”. Exigiu “uma fiscalização a sério”, senão “incidentes desagradáveis como este vão acontecer novamente”.
Diversos cibernautas confirmaram que sempre que vão ao Parque encontram cães à solta com os respetivos donos, em plena luz do dia. Houve quem sugerisse a instalação de vídeovigilância.
No entanto, há quem questione: “Se foi na ilha como foram para lá os cães, visto que não conseguem passar pelo portão de acesso?”. “De onde vem a certeza que as aves foram atacadas por cães? Serão os cães a deitar ao lago caixotes do lixo e outros objetos ainda maiores, como por vezes acontece?”.
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