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Caldas da Rainha, Política
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Câmara vai comprar Expoeste e acabar com associações gestoras do CCC e Centro da Juventude

14-12-2011 |

Câmara vai comprar Expoeste e acabar com associações gestoras do CCC e Centro da Juventude
Câmara vai comprar Expoeste e acabar com associações gestoras do CCC e Centro da Juventude
A Câmara das Caldas vai comprar o edifício da Expoeste numa verba entre os 300 a 400 mil euros para reduzir o passivo da Associação para o Desenvolvimento do Oeste (ADIO) e vai unir os Serviços Municipalizados e acabar com a associação que gere o Centro da Juventude e com a recém-criada CulturCaldas, que gere o Centro Cultural e de Congressos (CCC). Estas intenções foram apresentadas por Fernando Costa, presidente da Câmara das Caldas, durante a Assembleia Municipal que discutiu o orçamento para 2012, onde o autarca afirmou que é o seu último mandato e não quer ser recordado como ter deixado os cofres da edilidade sem dinheiro e com dívidas. É curioso que esta atitude seja agora tomada, até porque há cerca de um mês foi criada a CulturCaldas, associação que gere o CCC. “As associações não são empresas municipais e têm uma grande diferença, porque o conselho de administração das empresas municipais é pago e as associações não têm conselhos de administração e têm cargos que não são remunerados”, disse. Ainda assim, no caso da Associação para o Desenvolvimento da Juventude (ADJ), da CulturCaldas, Serviços Municipalizados e da ADIO, há pessoas que recebem ordenados por serem administradores ou directores de equipamentos. “No caso dos directores do CCC e do Centro da Juventude, são funcionários e são técnicos”, esclareceu. As receitas da CulturCaldas, ADIO e da ADJ são transferências da Câmara das Caldas, acrescidas de pagamentos por espectáculo e acções em cada uma das associações conforme o seu plano de actividades. “A Câmara paga à ADIO os serviços de realização de eventos. A ADIO tem receitas próprias, que são insuficientes. Uma das hipóteses para salvar as dívidas da ADIO é em vez da Câmara estar a dar um subsídio e pagar as dívidas, é comprar o património. A ADIO, se isto se concretizar, continuará a desenvolver as actividades naquele local. As instalações são da Câmara, mas serão cedidas. A ADIO depois não pode fazer mais despesa do que a receita que tem. Tem de pensar no número de funcionários que tem e nos preços que pratica”, relatou. “Ao comprar o património não estamos a pagar as dívidas. A ADIO exagerou em admitir pessoal e fazer certas despesas. A Câmara não vai pagar as dívidas. Se o fizesse não fazia outra coisa do que estar a pagar despesas que outros fazem. Vamos adquirir o património e vamos controlar a acção da ADIO, para não haver despesismo”, sustentou. Na junção das três associações a Câmara deverá poupar mais de meio milhão de euros por ano, tendo em conta que transfere cerca de 100 mil euros anuais para a ADJ e ainda uma verba que ronda os 150 a 200 mil para festas e acções no Centro da Juventude e Verão. Para o CCC, a Câmara envia uma verba na ordem dos 225 mil euros e cerca de 100 mil euros anuais para a ADIO. “Na ADIO a Câmara compra e nos outros casos a Câmara integra os espaços onde funcionam essas associações e serviços. A compra do pavilhão da Expoeste ronda os 300 a 400 mil euros, mas ainda depende de avaliações. A Câmara vai poupar com estas fusões porque as pessoas passam a ter outras utilizações. A poupança não será no pessoal, mas no tipo do conjunto de actividades, porque há menos dinheiro. Vamos tentar manter o pessoal porque não são funcionários públicos. Também ganhamos em integrar os Serviços Municipalizados, porque haverá uma maior racionalização de pessoas e funcionários”, disse. Esta intenção de Fernando Costa deverá ser discutida na reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, cujas decisões deverão ser tomadas no próximo ano.   Carlos Barroso
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