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Estabelecimentos comerciais aderem aos graffitis

27-07-2011 |

Estabelecimentos comerciais aderem aos graffitis
Estabelecimentos comerciais aderem aos graffitis
As grades das ourivesarias das Caldas estão mais alegres e vivas, porque não têm riscos ou cores neutras, fruto da arte de um jovem estudante da ESAD. A primeira casa comercial a dar espaço a Marco Almeida foi a Surfoz e depressa a ourivesaria “Bica de Brito” e mais tarde as ourivesarias “Carvalho” e “Carlos Bica” contrataram a criatividade do jovem graffiter. Natural de Lisboa e com 27 anos, Marco Almeida estuda design gráfico na ESAD e juntando o útil ao agradável, pinta interiores e exteriores de espaços comerciais e públicos, desde que tenha autorização e lhe paguem. Assumindo que antes também era um graffiter ilegal, actualmente Marco Almeida associa os estudos ao trabalho e pretende abrilhantar a cidade das Caldas com cores e desenhos que simbolizem a cidade. A ideia de pintar espaços comerciais surge por se encontrar a estudar e desempregado e porque a cidade das Caldas não possui oferta de emprego que o ajude nessa vertente económica. “Como não há emprego nas Caldas aproveitei aquilo que sei fazer, para garantir alguma subsistência relativamente aos fundos económicos. Fiz alguns contactos e a Surfoz foi a primeira e onde consegui arranjar clientes. A ideia foi-se propagando até que surgiram estes trabalhos e vão surgindo mais alguns”, contou. Marco Almeida faz graffitis desde os quinze anos e não tem problema em assumir que foi um artista ilegal, como quase todos começam, mas devido à sua formação, acabou por enveredar por uma actividade legal, com decorações de interiores e exteriores. O jovem estudante mostra-se também contra os riscos que danificam o património, mas sobre isso não quer falar. Carlos Bica, ourives na Rua Dr. Miguel Bombarda, mostra-se muito satisfeito com a execução de um desenho simples e original. “Estava farto de ver as grades sujas. Já as tinha pintado várias vezes, porque eram vandalizadas por desconhecidos durante a noite. Decidi que nunca mais pintava as portas. A minha irmã, da ourivesaria Bica de Brito, disse-me que havia um senhor que estudava na ESAD e que fazia uns desenhos e ia pintar as portas dela. Isso poderia ter um efeito dissuasor”, disse Carlos Bica. “Julgo que esta ideia acabou por ser interessante, porque a cidade fica mais gira e mais limpa”, frisou. “Julgo que este trabalho criou aqui ao jovem um mercado de trabalho interessante que pode dar bons frutos”, concluiu. Álvaro Carvalho, da Ourivesaria e Relojoaria Carvalho, também contratou a criatividade e serviços de Marco Almeida, e considera mesmo que mais espaços comerciais poderiam ficar mais atractivos com este tipo de pinturas. “Alguns colegas alteraram as portas e gostei da ideia. O resultado final foi excelente. Fiquei satisfeitíssimo. Há quem dê os parabéns. Há quem bata palmas”, disse. O empresário tem esperança que a partir deste exemplo “comece a haver uma colaboração do Município, dos comerciantes e dos cidadãos com estes potenciais artistas, que através da arte transmitem algo de importante e interessante à cidade”.   Carlos Barroso    
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