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Cultura, Caldas da Rainha
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Gastronomia típica da Guiné-Bissau juntou cerca de 500 pessoas na Mata Rainha D. Leonor

25-08-2011 |

Gastronomia típica da Guiné-Bissau juntou cerca de 500 pessoas na Mata Rainha D. Leonor
Gastronomia típica da Guiné-Bissau juntou cerca de 500 pessoas na Mata Rainha D. Leonor
Quem passou no Céu de Vidro nos passados dias 19 a 21 de Agosto não ficou indiferente à exposição de produtos típicos da Guiné-Bissau. Amendoim, arroz, mandioca, milho cabaceira, fole, alfarroba, veludo, inhame, milho, e caju foram alguns dos produtos naturais que vieram expressamente da Guiné Bissau, para a exposição que marcou o arranque do convívio luso guineense que teve lugar no passado fim de semana nas Caldas da Rainha, promovido pela Associação Cultural e Recreativa dos Naturais e Amigos do Oio. “São produtos biológicos com propriedades alimentares que se forem bem estudados, podem ser muito úteis para a saúde”, disse, o médico Augusto Mansoa, presidente desta Associação, acrescentando que “contribuem para melhorar a alimentação da população guineense”. Estes produtos típicos da Guiné-Bissau estiveram em destaque nos dois almoços servidos na Mata da Rainha D. Leonor. O caldo de amendoim com carne de vaca e o óleo de palma com frango fizeram as delícias das mais cerca de 500 pessoas que por ali passaram nos dois dias. Depois de bem comidos os participantes assistiram à actuação de alguns artistas da Guiné Bissau. À boa maneira africana, não houve quem resistisse à dança. ÀS 16h00 os participantes do convívio foram para o CCC, onde decorreu o desfile com trajes africanos e a actuação do grupo de Dança da Associação Mon na Mon. Segundo, Augusto Mansoa, presidente da Associação Cultural e Recreativa dos Naturais e Amigos de Oio-Guiné-Bissau este convívio Luso- Guineense é o “terminar de mais um ano de actividade desta Associação, de Oio que é uma das zonas mais populosas e ricas da Guiné-Bissau”. Este responsável salientou a importância deste evento não só para toda a comunidade Caldense como para os guineenses. “Os convívios anuais da associação servem precisamente esta integração na cidade e no país que escolheram para viver, na impossibilidade de permanecerem no lugar onde nasceram”, disse, acrescentando que “este ano houve uma equipa da televisão da Guiné que esteve presente neste convívio com o objectivo de fazer uma peça para passar na televisão Guineense”. A residir e a trabalhar nas Caldas há cerca de 24 anos, onde é cirurgião no Centro Hospitalar, Augusto Mansoa diz que esta iniciativa também serve para mostrar a outra face da Guiné, que não é um país só com problemas. “Existe pessoas boas que querem ver o país a melhorar”, sublinhou o presidente da Associação Cultural e Recreativa dos Naturais e Amigos de Oio-Guiné-Bissau que actualmente tem cerca de 200 sócios. Esta Associação pagou cerca de 500 euros ao Centro Hospital Oeste Norte para poder utilizar o Céu de Vidro e a Mata para o convívio.  
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