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Orfão é primeira vítima balnear no Oeste

16-06-2011 |

Orfão é primeira vítima balnear no Oeste
Orfão é primeira vítima balnear no Oeste
José Carlos Santos é a primeira vítima da época balnear no Oeste. O jovem de 26 anos, residente na Zambujeira, na Lourinhã, encontra-se desaparecido no mar ao largo da praia da Areia Branca, desde o dia 10 de Junho, quando foi tomar banho com amigas e foi puxado por fortes correntes. O facto do jovem não saber nadar muito bem terá ajudado a esta tragédia. José Carlos havia perdido a mãe há cerca de seis anos e o pai há cerca de ano e meio. Vivia sozinho, mas tinha tios e outros familiares que lamentaram a perda do jovem, que não gostava de praia mas que terá sido influenciado pelas colegas para ir ao final da tarde daquele dia para a zona da praia na foz do Rio Grande. A zona é bem conhecida pelos locais, devido às fortes correntes e bancos de areia que se formam nos fundos. Aquela zona nunca é concessionada e é interdita a banhos, mas José Carlos e as amigas esqueceram o facto e a tragédia deu-se. Segundo as jovens que acompanhavam José Carlos, o rapaz pediu socorro, mas como nenhuma sabia nadar bem, não se aventuraram e foram pedir ajuda. Um antigo nadador salvador e proprietário de um bar junto à praia aventurou-se na zona e esteve cerca de uma hora a mergulhar para encontrar o rapaz, mas todas as tentativas revelaram-se negativas. Quase em simultâneo chegaram os meios da estação salva-vidas de Peniche e da Polícia Marítima, que accionou ainda um helicóptero da Marinha, meios que permaneceram até às 21 horas na costa a tentar encontrar o corpo. No dia seguinte, cerca das 8 horas, todos os meios foram colocados no terreno, auxiliados ainda pelos bombeiros da Lourinhã e de Peniche, sendo coberta uma área de cinco a seis quilómetros de costa por terra, ar e mar. Também no domingo, já sem meio aéreo, foram realizadas patrulhas na tentativa de encontrar o corpo de José Carlos, mas até ao final do dia nenhuma notícia tinha sido dada nesse sentido. Ao fecho desta edição a vigilância na costa foi mantida, embora com recurso a menos meios, quer por mar, quer por terra. Devido a este acidente, o capitão do Porto de Peniche, Patrocínio Tomás, reforça a mensagem de a população tomar atitudes de segurança, nomeadamente, “tomar banho apenas em zonas vigiadas se tal for permitido, respeitar as ordens dos nadadores salvadores e demais autoridades marítimas e realizar uma atitude proactiva no sentido da segurança de cada cidadão começar em cada um, com a atitude de prudência”. Carlos Barroso
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