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Desporto, Caldas da Rainha
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Prova de BTT no deserto de Marrocos culminou com oferta de 600 euros a associação caldense

21-07-2011 |

Prova de BTT no deserto de Marrocos culminou com oferta de 600 euros a associação caldense
Prova de BTT no deserto de Marrocos culminou com oferta de 600 euros a associação caldense
Um empresário do ramo automóvel das Caldas da Rainha participou numa prova de 600 quilómetros em BTT pelo meio do deserto marroquino. Por cada quilómetro percorrido, doou um euro a uma associação caldense. Resultado: 600 euros, entregues no passado domingo ao Projecto Olha-Te, que visa o bem-estar de doentes oncológicos e respectivos companheiros de luta, num convite para olhar para si próprio através de actividades expressivas e lúdicas. A prova “Titan Desert 2011”, disputada ao longo de seis dias, em Maio, contou com 24 portugueses. Um deles era Marco Aurélio, um dos proprietários da empresa Auto Leandro Santos. A competição integrou nomes como os irmãos Rosado, do grupo musical Anjos, e o ciclista profissional Vítor Gamito. Marco Aurélio, de 35 anos, confessou ao JORNAL DAS CALDAS que apenas pratica BTT “ao fim-de-semana”. Mas o amador não se deixou intimidar, porque “era algo que já andava com vontade de fazer, já que não posso fazer o Paris-Dakar”, gracejou. “Fisicamente foi duro, mas psicologicamente foi mais, porque uma pessoa sentia-se sozinha no deserto, olhava para frente ou para trás e só via areia”, contou. O calor – 37 graus – foi outra das dificuldades, para além de que quem participava não conhecia o percurso. “Eram-nos dados pontos de referência e não sabíamos nem o percurso nem as condições do terreno, só a altimetria. Era obrigatório levar GPS e quando não usámos perdemo-nos”, relatou Marco Aurélio. “A chegada ao pódio foi um desafio com todos os ingredientes: dor, desespero, alegria, sofrimento, ansiedade, deslumbre, fascínio, companheirismo, amizade, fome, sentimento de vitória…uma aventura inesquecível”, descreveu. Marco Aurélio fez uma média de 23 km/h (os profissionais andavam a 34km/h) e acabou no meio da tabela, na posição 309, em mais de 600 ciclistas. “O importante era chegar ao fim, porque 20% desistiu”, sublinhou. Formou uma equipa de três ciclistas e no sítio oficial da prova na Internet era possível acompanhar onde estava cada um quase em tempo real. Para participar na competição, Marco Aurélio teve de arranjar patrocinadores que pudessem custear as despesas, orçadas em cerca de 4 mil euros (1500 euros de inscrição, mais gastos com avião, fisioterapeuta e mecânico). Ficou combinado dar um euro por cada quilómetro percorrido e assim os 600 euros acabaram por ser doados ao Projecto Olha-Te, onde a sobrinha de Marco Aurélio frequenta a terapia. Célia Antunes, coordenadora do Olha-Te, recebeu a oferta com “grande entusiasmo”, mostrando-se “contente” por tal acto solidário. “O Olha-Te não tem fins lucrativos e vive deste tipo de apoios”, vincou, confessando que “fiquei a imaginar o esforço realizado pelo Marco Aurélio para recebermos este dinheiro”.   Francisco Gomes            
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