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Sociedade, Óbidos
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Transporte de doentes e emergência em Óbidos pode estar em risco

14-11-2011 |

Transporte de doentes e emergência em Óbidos pode estar em risco
Transporte de doentes e emergência em Óbidos pode estar em risco
O transporte de doentes e emergência em Óbidos pode estar em risco devido aos cortes na área da saúde. O alerta foi dado pelo presidente da associação humanitária dos Bombeiros Voluntários de Óbidos, Rui Vargas, que denunciou que a última factura enviada para a ARS foi devolvida. “Temos 60 mil euros de prejuízo no serviço de INEM por ano. É um prejuízo enorme. As pessoas devem pressionar as entidades para se ter outro rumo”, disse. “Corremos o risco de deixar de fazer o transporte de doentes. Estamos a fazer o transporte e estamos a receber facturas de Julho e as últimas facturas enviadas para os Hospitais com todos os quilómetros contabilizados foram devolvidas. Estamos a adiantar o valor do IVA e o gasóleo”, afirmou o presidente da Associação. “Qualquer dia corre-se o risco da ambulância não sair ao minuto e em vez de demorar dez minutos até à Praia D’el Rey, teremos de tocar a sirene e isso pode demorar mais de uma hora”, sublinhou. Rui Vargas denunciou que “todos os dias estão a tirar benefícios aos bombeiros e qualquer dia não temos bombeiros. O Estado está a cortar a quem trabalha voluntariamente. Se tivéssemos de pagar a 115 bombeiros não tínhamos recursos”. O dirigente sustentou ser “impensável” continuarem os cortes nos bombeiros, referindo que “a população deve de saber das dificuldades que passamos”. “Estamos a gastar cerca de três mil euros em gasóleo por mês. Para esta Associação é assustador. Qualquer dia a população se não tiver uma ambulância, não é porque os bombeiros não querem trabalhar, é porque as entidades não assumem as suas responsabilidades. Quem decide deve ter a consciência de como as coisas funcionam no terreno”, afirmou. Segundo Rui Vargas, os bombeiros, a GNR e a PSP estão a adiantar o IVA ao Governo, aconselhando por isso que estes três organismos não paguem o imposto no combustível.   Carlos Barroso
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